Há algumas semanas publiquei um post sobre o que a gente precisa realmente ter ou não. Assunto ligado às palestras que dou em escolas de moda. Porém durante o SPFW, dei uma entrevista para a fofa Marina Santa Helena do Supremas. E por causa desta entrevista, me deu vontade de escrever mais sobre o assunto. A semana de moda é uma excelente época para se observar em máximo volume o comportamento das pessoas em relação a roupa. Como sempre, tem a população divertida que se monta toda pra passear nos corredores da bienal. Mas o que mais observamos era uma multidão de meninas e meninos (tanto nos corredores, quanto fora deles) querendo parecer imagens que já cansamos de ver nos blogs de streetstyle. Mas e dentro da roupa? Quem está lá? O que parece é que na casca de fora está  sendo passada uma mensagem que em nada tem a ver com o conteúdo. Como se fossem zumbis. São combinações, trejeitos já vistos, marcas, logos… Tudo posicionado para dar uma mensagem. A aparência é realmente ótima. Mas lá dentro, ao invés de um cérebro que manda comer MIOLOS! existe um um que comanda: BOLSAS, PULSEIRAS, SAPATOS!. É a cultura do “eu visto, logo existo”. Quando o que você usa, é mais importante do que você, a roupa passa a ser apenas um veículo de propaganda de quem você quer que as pessoas pensem que você é, ao invés de ser uma extensão da sua personalidade. Mas pera! Querer parecer alguma coisa que você gostaria de ser, não é também uma parte da sua personalidade? Sim. Parte da personalidade de um grande outdoor de propaganda. Me compre! Ando cada dia pensando mais nestes assuntos. Mostramos aqui uma infinidade de tendências e produtos, mas gostaria de poder ter certeza que, ao invés de infectar mais pessoas com a febre virótica dos zumbis da moda, estamos dando opções para quem quer ter personalidade própria e escolher o que realmente lhe representa neste mar de consumo. E não. Ter coisas não nos faz pessoas melhores. E tentar disfarçar o vazio que há por dentro de uma pessoa com mil peças da moda, só evidencia ainda mais o buraco. Como eu disse para a Marina: “O que você usa fala muito de você, mas o que você usa não fala por você”.

Ilustração: Marcio Alek

93 Comentários

  1. ADOREI!

    Essa frase é ótima “O que você veste NUNCA pode ser mais importante do que você.”

    Coisas que sempre falo e faz parte de mim:

    “Personalidade PRÓPRIA e opinião PRÓPRIA é tudo! Não importa o que vão falar, achar, o importante é cada um ser como é.”

  2. Parabéns pelo post. Espero ver algo assim há anos e finalmente este dia chegou 🙂

  3. Um dos melhores posts que já vi por aqui. Fico feliz que vocês arranjem um espacinho pra um post sincero desses. 🙂

  4. Bárbara Lira

    E é essa a função da mídia, mostrar, esclarecer, agora cabe a cada um filtrar o que realmente tem a ver com você, fazer um balanço se eu realmente preciso daquilo, se aquela roupa da moda tem a ver comigo…e a marca pouco importa você se sentindo bem no que está usando é o que importa.

    Parabéns pelo post, é disso que a internet está precisando, conteúdo inteligente.

  5. Luisa Leme

    Julia,
    Virei frequentadora do site daqui de NYC, porque adoro as dicas de maquiagem e comecei a curtir moda mto mais aqui. Concordo plenamente com vc! E aqui, isso é realmente um problema, porque mta gente de NYC tem estilo próprio, mas existe uma massa de vitrines ambulantes que se endividam só para parecer que são trend setters… Uma tristeza.
    Adorei o post e acredito que, para o Petiscos refletir mais ainda essa posição, a sua equipe poderia dar dicas se composição de looks também. Exatamente como se faz na maquiagem, mas com roupas… Vc fala nos manuais “se vc tem olhão, faz assim, quem tem olho pequeno, faz assado”. Eu adoraria saber o que fazer com as minhas pernas mais curtinhas quando estou comprando botas para o inverno… ou o que procurar num blazer, qual é o melhor corte para diferentes estilos ou formas… Se isso vier com as fotos das celebs, as tendências, e os manuais, o site vai ficar o Ó de bom! E vai refletir muito mais que a gente é mais importante do que a roupa que a gente veste, que roupas são veículos para a gente mostrar quem a gente já é, como vc disse.
    Sucesso! Adoro o Petiscos cada dia mais.

    • ACho que mais do que cuidado com as botas, você tem que observar a altura da cintura. Marcar a altura certa da cintura, pode aumentar e muito o comprimento das suas pernas. E sobre as botas, escolha as bem curtas ou as que chegam logo abaixo ou passam levemente dos joelhos. 😉
      Bjsss!!!

  6. Adorei e acredito que o papel de um site que fala sobre moda e beleza é também criticar os atuais exageros deste universo. Mais uma vez palmas para a queridíssima Julia Petit.

  7. Marina Romano

    Exatamente. Não são mais pessoas individuais… São cópias exatas do que as blogueiras de moda estão usando.
    Eu nao aguento mais ver os combos: saião + regatinha + cinto do couro ou shortinho jeans + camiseta com estampa de rock + jaquetinha justa ou blusinha de cetim ou seda por dentro de uma saia bandage qualquer + peep toe
    Muitas vezes essas “receitas” dão certo. Mas eu me recuso sair de casa correndo o risco de estar usando exatamente as mesmas pessas que uma das minhas amigas, por exemplo. Não somos mais adolescentes e o legal da moda, para mim, é a beleza da diversidade.

  8. Tb fiquei feliz com o post, afinal moda é legal mas não é essencial!!!!!

  9. Sinceridade e preocupação com as “consequências” que as pessoas dão ao que leêm por aqui. Muito legal o post Julia, e, de boa, um tipo de msg capaz de salvar algumas (mesmo que poucas) almas levadas pela zumbificação.

  10. Ana Carolina

    Parabéns pelo post. Uma coisa que tenho reparado é que muitas pessoas para seguir a moda e a tendência usam roupas que não tem nada a ver com o seu dia a dia ou mesmo que não valorizam o corpo. Isso no fim acaba mostrando que a pessoa não tem estilo, que é fashion victim. O legal é acompanharmos a moda para vermos algo que pode nos valorizar ou encaixar na nossa rotina, deixando o look interessante mas ao mesmo tempo afirmando a nossa identidade.

  11. Mariana Alves

    Eu assisti a entrevista e estava aguardando o post. Adorei!

  12. Achei engraçado este post. Por que é justamente a isso que o Petiscos nos influencia.
    A querer a mesma maquiagem que você usa, o esmalte da Chanel que vocês mostraram, o vestido da fulana…
    Essas pessoas que você viu são a geração da internet. E se o estilo delas (ou a falta dele) é copiadinho demais, boa parte da culpa é dos blogs de moda.
    Contraditório, né?

    Eu também me sinto mal por querer ser como você.

  13. Mariana Alves

    Eu já tinha assistido a entrevista e estava aguardando o post. Adorei!

  14. Samantha M.

    Julia, esse foi o melhor post de todos os tempos! É maravilhoso ler um blog que nos mostra sempre as tendências, os eventos e os produtos, mas é ainda melhor quando vemos o esforço de vocês em nos fazer refletir e não cair nas armadilhas loucas do consumismo. Esse post poderia ser considerado um manifesto do espírito do Petiscos. Pra mim, não há blog ou site de moda (nacional ou internacional) que se compare a vocês. Tudo é muito bom, desde o formato ao conteúdo e sobretudo na educação, bom humor e classe com que vocês se dirigem aos leitores. Um beijo a todos vocês que fazem parte da minha vida desde 2008,

  15. Excelente post, Julia! Marionetes alienadas estão à rodo por ae nesse mundão de informações de moda e são figurinhas fáceis de serem detectadas.
    E Petiscos na minha opinião, é um dos poucos blogs que I N F O R M A e não levantam a bandeira do MUST HAVE à qualquer custo. Tem coisa mais uó do que usar algo pq “tá na moda”?
    You rock, girls!

  16. O pior de tudo é que vai ficando todo mundo igual. Cada um quer ter seu estilo, deixar sua marca, ser autêntico, ok! Mas acaba ficando cara de um focinho do outro e tudo cabeça 0ca. Vamos acordar antes do carnaval, minha gente, é 2012 o fim do mundo já começou! rs

  17. Ótima reflexão, e esse fato é percebido mais ainda numa faculdade de moda, onde os alunos vão vestidos como quem vai posar pra um editorial da Vogue, e na verdade vão passar o dia tendo aulas, trabalhos, coisas que pedem uma roupa confortável…

  18. Carolina Loth

    Se o post anterior já tinha nos feito refletir… esse então arrasou na lição!

  19. Oi Júlia!!
    Amei seu texto e acho muito legal quando vc coloca seu ponto de vista sobre o mundo da moda.
    Aqui no escritório, ele foi o início de uma discussão filosófica sobre a zumbilândia, na moda, na música, enfim, nos gostos pessoais (que podem entrar em extinção, será?!).
    Obrigada pelo texto. Bjs

  20. Raylane Vanzella

    Ótimo texto, mas como estudante de design de moda se você parar pra pensar que metade das coisas que eu crio são para criar o desejo de consumir e não porque as pessoas precisam daquilo é perigoso. Aí você vê designers que realmente criaram coisas geniais e voce entende que alguns designers só copiam tendências do wgsn e outros são realmente artistas.

  21. Julia, adoro sua aparência e, mais ainda, seu recado!

  22. Amei o post, antes era legal ver os blogs e ter inspirações para se vestir, ideias diferentes pessoas diferentes, agora vejo os blogs e todo mundo igual, usando as mesmas roupas as mesmas modelagens posando para alguma coisa sei lá, todas iguais sem apresentar sua personalidade.

  23. Fiquei muito feliz de ler um post assim por aqui!
    É como a Glória Kalil falou naquele encontro de vcs no SPFW: “Moda é oferta, estilo é escolha”. Seguir as tendências da moda não é anular a sua personalidade para se encaixar nos padrões, e sim encaixar na sua personalidade aquilo que está em evidência, usar aquilo que combina com vc.
    Bjs.

  24. Assino embaixo. Como a Glória Kalil mesma diz, estilo é algo pessoal. Não há necessidade de figurinhas repetidas por aí.

  25. É, deve ser difícil não cruzar a linha entre a superficialidade quando se trabalha com moda =/

  26. Mariah Negreiros

    Ebaaaa!!!
    Amo esses posts com cara de conversa!!
    Julia vc é musa, não só pelos seus vídeos, looks, beleza…
    Principalmente pq vc é gente, uma vez no Passo a Passo do programa da Hebe, você disse uma coisa que eu amei!!
    Que vc não era da blaselândia, hahahahhaha, adorei aquilo, realmente vc não é!!
    Que vc continue fazendo muitoooo sucesso Julia!!!
    Beijos!!!
    Sua fã
    Mariah

  27. Gabriela S.

    Parabéns pelo texto! É exatamente o que eu penso quando percebo pessoas que são somente aquilo que vestem. 🙂

  28. Eu acompanho seu blog desde 2009/2010 e nunca comentei, até hoje. Nao sou uma pessoa consumista (nem um pouco), nao sou vaidosa (na verdade sou relaxada), estou acima do peso (nao muito por excessos na comida, mas mais por preguiça) e nao me importo muito com a opnião alheia (quando adolescente era rebelde). AMO seu blog.
    Com a ajuda dos seus videos consegui fazer uma maquiagem simples pra uma festa de aniversário que ficou natural e uma cor de vestido que valorizasse minhas curvas e meu tom de pele (me senti ótima na festa!!!). Passei a criar um ritual basico de beleza para o rosto que me livrou definitivamente das minhas espinhas e cravos e me faz mais confiante (principalmente quando vou ao banheiro e percebo no espelho que estou bem). Me fez a fazer escolhas mais inteligentes na hora das minhas compras. Agora olho tecido, corte, estampa, cor etc. Antes so olhava a banda que estava estampada na camisa.
    Zumbis existem no mundo… (zombieland) e não tem como mudar isso. Acho q devemos criar nossas regras e sobreviver a isso, mas não ache que você está influenciando isso porque não está. Cada um faz o que quer com o que tem. Mas é claro: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

  29. Mais do que estar na moda, ou usar o que é fashion, estar antenadissima com as ditas “tendências” vale a pena olhar para dentro de nós mesmas para saber quem somos, o que realmente nos faz bem, qual é o nosso estilo…, em vez de apenas copiar estilos e mulheres, que de tão lindas e perfeitas nos parecem mais etéreas, deusas do olimpo, pinturas perfeitas onde não cabe nenhuma imperfeição. Não somos as celebs da TV nem do tapete vermelho, somos mulheres que tentam conciliar trabalho, amante e mãe, e temos vários defeitos!, mas também queremos estar lindas sim, mas sabendo que somos reais! Tudo bem admirarmos mulheres maravilhosas e querer estar arrumada e na moda, mas mais do que isso temos que encontrar a nossa essência. Importante é saber que a realidade não é tão bela quanto os editoriais de revistas, e que somos belas quando somos nós mesmas, pois quando descobrimos quem realmente somos podemos nos melhorar, embelezar e marcar passagem onde quer que estejamos!
    Gostei muito da entrevista do Torquato quando ele fala que a mulher pode ser linda quando descobre seus defeitos e tenta melhorá-los, ou seja, temos que assumir e gostar de quem somos, acima de tudo!

  30. Adorei o texto, gosto sempre de brincar com a anti-moda justamente pq as pessoas não pensam!

  31. Estou muito feliz com esse post ! Eu sinto que a moda pode fazer cada um ser um pouco artista, artista de si mesmo. Você montar uma produção que vem de dentro para fora é tão expressivo. Dar a sua vida às peças, que muitas tb são obras de arte, ajuda o mundo a evoluir através da imagem.

  32. Juliana Maia Antoniassi

    Muito bom! Sei que o Petiscos tem leitoras de todas as idades, e muitas como eu ainda não tem emprego, salário, e dependem economicamente dos pais. Pra mim o site ajuda muito quando tenho que fazer minhas compras, porque me faz pensar duas (ou mais) vezes, e organizar o que quero comprar de uma maneira que aquilo vai me ser útil não apenas naquela estação, e não apenas como peça de vestuário. Aprendendo com vocês, busco comprar apenas aquilo que complementa quem sou 😉 Obrigado, meninas!

  33. Gostei muito do post, parabéns. Ao lê-lo, não pude deixar de pensar em uma coisa: ano passado, a Indústria da Moda denominou como ICONE DA MODA uma certa “criatura”, reconhecida como uma cópia mal feita, descarada e ambulante de uma ARTISTA. Quais os critérios? Choque? Pavor? Sangue? Carne Crua? Bem, se a própria indústria premia uma coisa daquela – sem personalidade própria, atitudes deploráveis, cheia de grifes porém, sem talento… como posso olhar para este monte de zumbis (que sim, existem)? Como discípulos desta mesma indústria, seguidores desta mesma “cultura” e filhotes carentes de “estilo”. Podem me odiar, mas algo vai muito mal com a Moda… cópias, excessos, “como ser it”… mal, muito mal…

  34. Não, Julia. Não tem quase ninguém por aqui. Suas reflexões fazem mais sentido depois dos 40. Difícil percebê-las antes disso. Viu só?! Mais uma coisa Bjoa para lista dos 40: Sou mais eu. Bjão.

  35. Adorei o post! Sincero e surpreendente, principalmente em um blog que fala de moda e comportamento. Parabéns pela coragem e ousadia!

  36. ana clara

    meu novo mantra:
    be yourself; everyone else is already taken.
    tem me feito refletir bastante ultimamente…

  37. É por causa de posts como esses que adoro ser leitor do blog. Achei super construtivo o post , merece um curtir! 😉

  38. Além do conteúdo (te admiro muito, Júlia), amei a ilustração do Marcio Alek. E a última frase do post é muito, muito boa!

  39. Post maravilhoso!! É este tipo de pensamento que nós separam das orgulhosas garotas estúpidas.

  40. Me tornei fã do blog a pouco tempo e já adimiro essa posição mais realista e profunda da moda que você toma.Mas como achar seu próprio estilo? Ou como deixar transparecer em uma roupa sua personalidade,para mim parece mais difícil fazer isso do que simplesmente seguir as tendencias da moda.Acredito que tem pessoas que se vestem de marcas não porque são zumbis, como você disse,mas porque não conseguem transparecer em suas roupas,pelo menos comigo é assim! Então como achar um estilo próprio?

    • Acho que isso acontece com o tempo. Tem que experimentar mesmo. Descobrindo aos poucos o que fica bem em você e o que te diverte usar. Nosso próprio estilo a gente não acha olhando vitrines. A gente acaba achando olhando pra si mesma. Pra dentro. 😉
      Bjsss!!!!

  41. Oi Júlia,
    Parabéns pelo post. Ganhou meu respeito, não só por como vc tem conduzido suas entrevistas . Mas agora meu respeito pela visão que você tem de mundo e acima de tudo comportamento. Sucesso a ti.

  42. Simplismente perfeito! Do que adianta o consumismo sem algo dentro de vc. O consumismo é viciante, mas tem uma hora que devemos colocar os pés no chão, e ops, cadê você? Quem é vc? Quem sou eu!?

    Perfeito o texto! Aqui tem conteudo!

  43. ”estamos dando opções para quem quer ter personalidade própria e escolher o que realmente lhe representa neste mar de consumo.” Até para consumir eu concordo que temos que saber quem nós somos, do que gostamos, dos nossos limites. Acredito que se for para abusar do consumo temos que abusar daquilo que realmente gostamos e não fomos induzidos a gostar. Ótimo post ruiva, você devia escrever mais.
    Beijo!

  44. Parabéns, Julia! Ótimo post! Importante falar disso em tempos de tanto “bafafá” nos blogs de moda…

  45. Genial esse texto! Andei pensando muito sobre esse assunto ultimamente, até comecei a escrever sobre isso… Acho que é o famoso inconsciente coletivo… =)

    xo, Ian.

  46. Roberto Neris

    Perfeito o texto e todo o seu contexto. A adolecencia serve para nos encontrarmos passando dessa fase fica meio caricato e falso, adorei a ilustração do Marcio Alek.

  47. Sobre a Anna Dello Russo, Andrea Milanez, posso afirmar uma coisa: sorte nossa que temos Julia Petit , Lilian Pacce e Constanza Pascolato. Anna é uma carente por flashes, parecidíssima com uma certa criatura por aí…
    Aliás, Marcio Alek, deve ter inspirado-se em uma certa imagem deste link..

    http://loveisspeed.blogspot.com/2012/01/anna-dello-russo.html

    Eu entendo o carão e óculos escuros da Anna Wintour… rsrsrs

  48. Cara, esse contexto de usar a moda pra mostrar quem você é e não parecer aquilo que as pessoas acham que é legal sempre foi tão óbvio pra mim, pq particularmente acho triste quando alguém abre mão das reais vontades de ser o que quiser pra agradar a maioria das pessoas. É o tipo de coisa que me deixa p* da vida de verdade. ahahahah

  49. Adorei Julia!
    Deixa eu contar, eu sou psicóloga, estou fazendo uma pós e estou escrevendo meu TCC será sobre estética, dessa mascara social que usamos e afins, … Tem muito a ver com seu texto!
    Gostaria de saber se vc tem algo escrito, ou vídeo de palestra, que eu possa ler/ver??
    Ou alguma outra indicação sobre o tema?
    Muito obrigada!
    Bjos

  50. Oi Julia,
    Gosto muito do seu jeito de abordar esse tipo de assunto.
    Não sou uma pessoa que compra marcas da moda, para ser franca, o motivo é o custo eleveado, encontro peças que tranduzam minha personalidade em lojas tipo “fast fashion”.
    Muitas vezes vejo roupas em “looks do dia” nos blogs, roupas que não me agradam em absolutamente nada, a ponto de achar realmente feia! Aí percebo que pelos comentário eu não sou a única. Sei que gosto é gosto e ponto. Mas aí me pergunto “será que se não fosse de marca famosa, a pessoa usaria?” Hoje em dia as pessoas vestem um status. Acredito na fidelidade à própria personalidade; por outras vezes, acho que muitas pessoas procuram determinada peça pela aparência de posição social que ela vai transmitir. Também acredito que as midias de tv e internet, cobram isso das pessoas conhecidas nesse meio. Vc vai entrar em um evento e sempre tem algum jornalista para perguntar “o que você está vestindo?”. Hoje em dia o estilista que desenhou a sua roupa é mais importante do que vc está vestindo.

  51. Olá Júlia,
    Confesso que gostava muito de você há algum tempo atrás, mas preciso dizer que ultimamente me decepcionei muito com a sua pessoa…
    O que quero dizer é que sempre tive você como referência: Você é linda, talentosa, inteligente… Mas de uns tempos pra cá conheci uma Júlia que apoia atitudes que no meu ponto de vista são muito ruins: Intriguinhas no Twitter, apoia e até divulga o blog Blogueira Shame…..

    Quanto as intriguinhas no Twitter, não que eu não concorde com certas coisas, mas eu acho que a gente não precisa expôr ngm e nem se envolver nesse tipo de rolo infantil sabe? E além disso, precisamos aprender a respeitar o jeito das pessoas, aceitar que somos diferentes e algo que ás vezes é fútil pra nós pode não ser para outros.

    E sobre a Blogueira Shame, eu concordo que muita coisa lá é verdade. Mas há MUITA coisa lá que é pura pegação no pé. E tanto uma coisa quanto outra, ferem as pessoas. Ninguém tem o direito de maltratar ninguém assim, isso é Bullying! E dos mais violentos…

    Fiquei mto mto mto decepcionada com vc quando vi vc apoiando esse tipo de coisa, pois como falei, vc era considerada por mim como um exemplo de mulher.

    Te vi no SPFW e me senti triste sabe? Fiquei com vontade de me achegar até vc e falar isso pessoalmente mas achei nada a ver. Enfim… Não tem nada a ver com o assunto do Post (Embora eu acho que se as pessoas se vestem de tal forma é pq de uma forma ou de outra se encontraram ali, acharam sua personalidade ou pelo menos estão no caminho).

    Vc não precisa aceitar esse comentário, só queria que você lesse. Na verdade, prefiro que nem aceite, pq como falei, não gosto de ficar criticando as pessoas na frente de outras, prefiro falar diretamente pra elas.

    Peço que leve isso da maneira mais sutil possível, como uma conversa entre amigas mesmo. E se quiser me responder algo, pode me escrever por email. E que repense algumas das suas atitudes, principalmente em relação ao Blogueira Shame, pois acho que vc não calcula o tanto de tristeza que essa ‘mulher’ já trouxe pra muitas pessoas.

    E se achar que nada do que eu falei é válido, tudo bem também. Vc tem todo direito de ser quem vc quiser ser. Um beijo!

    Um beijo!

  52. Sinceramente, pessoas com estilo são muitoooo difíceis de se encontrar. Isso por que realmente se ajustar ao que a moda oferece como tendência do momento é muito mais fácil, mais seguro! E todos querem se sentir parte de um grupo.
    Sempre quando olho para a Júlia não consigo enxergar um estilo definido, mas não a enxergo também como uma seguidora de tendências a todo custo como vejo essas blogueiras por aí. TODAS iguais, usando as mesmas coisas, consumindo a moda como se fossem zumbis mesmo. Não inovam em nada, não surpreendem. Às vezes o que falta mesmo é conteúdo interior.
    Adorei o post!

  53. Julia, sou sua fã há taaaaaaaaaaanto tempo… Nunca comentei aqui (preguiça??????? nunca saberemos rsrs) mas hoje me dei o direito de comentar, pois entramos num assunto “polemico”.. Sempre fui fã de blogs de moda, e acho que o Petiscos é um dos unicos quem mantem a essencia desde o começo… Hoje só se ve alienação e consumismo sem sentido em outro blogs “de moda”… As blogueiras pesaram a mão nos publieditoriais, e os meninos e meninas ficam loucos para usarem as marcas que elas postam, achando que se trata de um estilo / personalidade das blogueiras, mas na verdade é tudo publicidade…
    Passa-se a falsa ideia que a marca é o mais importante na hora de se vestir, e isso é uma pena..
    Achei muito corajoso da parte do Petiscos abordar esse tema tão discutido no momento…
    Mais corajoso ainda agregar o Blogueira Shame no hall de blogs indicados pelo Petiscos..

    Adoro vc, seu trabalho, seus tutoriais, seu blog, etc etc rsrs
    Bjos
    ;*

  54. Oi Deb, td bem? Eu sempre me inspiro em alguma coisa, mas dessa vez não foi desse blog não. Aliás, se eu tivesse visto teria usado, pq ela tá com muito mais cara de zumbi do que a minha, rs… Bjs

  55. Brunna Villar

    PERFEITO JULIAAAAAAA

    cada vez mais as pessoas perdem quem elas realmente são e se tornam personagens de blogs, personagens cuidadosamente fabricados para parecer isso ou aquilo.
    post mais q incrivel, perfeito, pura realidade!
    obrigada, pois parece q finalmente alguém está caindo na real!!!
    Eu trabalho na área e sinceramente não tenho a menor paciencia de ir na bienal e ver esses tipos q andam por la….

    mais realidade por favor!!

    beijos Julia e equipe Petiscos!

  56. Sabe qdo eu me sinto mais eu de verdade? Qdo estou na minha casa com meu amado roupão azul, meus óculos de armação de resina marrom e cabelo em coque para cima. Evidentemente o mundo não pode me conhecer assim, rsrsrs.
    A roupa não diz quem vc é, ela apenas te protege dos olhares, por isso é tão importante trabalhar bem essa casca, pelo menos para alguns, os quais desconfortáveis no convívio consigo próprio optam por se fantasiar de alguem que ele mesmo não sabe quem é.
    Adorei o texto. Beijos

  57. Muito agradecida! Vou divulgar o máximo possível…ando refletindo muito sobre isso. Quando foi que o que vestimos ficou mais importante do que o que pensamos???

  58. mas sabe oq torra tb? muitas aqui elogiando o texto da julia, sao as primeiras a criticarem alguem que aperec por aqui com o corpo diferente, ou cabelo diferente… td mundo cultua magreza, super magreza, cabelo x… isso é a MESMA coisa, senao muito, muito pior…. logo, nao sejam zumbis de forma alguma, e menos críticas consigo e com as outras por favor!!!!

  59. Júlia, texto perfeito, ótima análise! Ah se as vítimas da moda buscassem seu estilo ao invés de devorar toda tendência que aparece na esquina. O que é chic é clássico e atemporal, quem tem estilo próprio não precisa de bula de tendência pra estar bem vestido.

  60. e desculpa, mas aqui mesmo no blog, sempre vejo as meninas dando preferencia a um padrao…. nao vejo tanto as brasileiras por aqui, mulheres brasieliras, saos empre mulheres magerrimas, com um cabelinho mais alternativo, corpo alternativo, de modelete europeia…. se isos nao é padrao é oq? acho que vale ficar atenta a isso tb qdo se escreve um texto como esse, pois o buraco é mais embaixo. mas concordo e muito coma proposta do texto.

    bjao!

  61. Concordo em partes com você Petit Gateau, por muito tempo acreditei que , as músicas que você ouve os lugares que vai os livros que lê os filmes que vê acabava se “materializando” nas roupas em que vestimos e que estilo era de dentro para fora não de fora para dentro .
    Vejo pessoas bonitas e bem vestidas mas sem alma e sendo copias mau feitas de jovens europeus .
    Mas pense um pouco se hoje você usasse uma roupa muito simples e desgastada como um necessitada por exemplo, como você acha que seria tratada ?….. Por mais que isso fosse só um dia e que você não deixasse de ser a mulher que é bem sucedida , jovem com a mesma força interior com o mesmo tudo internamente mas fosse para a FW como um necessitada , sem maquiagem , sem pentiado cool. Será que você seria vista e tratada da mesma forma? A roupa diz muita coisa por que a pessoa não tenha nada para dizer . e ela é muita coisa por mais que a pessoa não seja nada daquilo.
    Todos falam de identidade ser você não não ser “ovelha” de achar o seu “estilo” mas no fundo não é bem assim , na verdade na vida pratica isso não funciona muito , são poucas as pessoas que são assim , mas no fundo todos ficam presos na “Zombieland” pessoas copiando “estilos” gringos de lookbooks da vida e outras pessoas afundadas em estilo pessoal e bla bla .
    O diferente não existe sou diferente de um grupo de pessoas mas sou igual a outro grupo que pensa igual a mim, entende?

    Bjs

  62. Sabe, morro de preguiça destes textinhos sobre moda e beleza que tem a pretensão de sugerir a reflexão de quem lê. Puta coisinha rasa. Acho que este tipo de discussão deve ser sim cultivada e apreciada, mas um texto desse num blog de publicidade de moda para ricos fica deslocado, quase um deboche para quem é inteligente. Após um post desse logo abaixo lemos outro sobre tendencinha, produtinho de verão e a modelo da vez. Sono eterno dessa Petit.

  63. Quem avisa amigo é

    Legal a reflexão, acho que vale muito pra muita gente, mas fico um pouco confusa pois vejo que vc mesma é a primeira a fazer questão usar T-O-D-A-S as tendências com uma pressa quase desesperada….
    E ainda mais quando o próprio Petiscos vive de se “inspirar” nos blogs e sites dos outros. Não vejo toda essa personalidade que vc menciona aqui no seu site/blog. Vejo a mesma vomitação tola que vejo em todos os outros blogs de moda da internet, com muito menos conteúdo original, diga.se. Vejo meninas por aí com muito mais disposição pra produzir conteúdo de verdade.
    Já gostei muito deste blog, mas ultimamente tenho muita preguiça… e não estou sozinha.

  64. Muito bom!!! Reflete super o exibicionismo que estamos vendo também em blogs que antes costumavam ser muito bons..!

  65. Isso faz parte do ponto principal do meu mestrado – a simulação, o hiper realismo, a necessidade de pertencimento à partir de um objeto… enfim, excelente post, cabe reflexão!
    beijos sua linda de viver!

  66. Maria Paula Ribeiro

    Julia, vc foi a pessoa mais INCRÍVEL que já entrou (mesmo que virtualmente) na minha vida! Serei eternamente sua fã!

  67. Amei. Tomara que as menininhas blogueiras-ricas-do-look-do-dia vejam esse post… Falou e disse!

  68. Rafaella Couto

    Concordo com tudo isso. Até que eu estou parando de ler alguns blogs…
    Queria dizer também que andei reparando que a maioria dos jovens só sabem copiar a moda estrangeira! Quando alguém vai começar a valorizar algo mais nosso?

    Amo usar looks mais ousados. Acredito que isso faz parte da minha personalidade. Mas nunca deixo isso substituir a minha verdadeira essência.

    Já conheci tanta gente, super mega estiloso… mas burrinhos de tudo.

    Poderia resumir o texto por essa frase: “Quando o que você usa, é mais importante do que você, a roupa passa a ser apenas um veículo de propaganda de quem você quer que as pessoas pensem que você é, ao invés de ser uma extensão da sua personalidade.”

  69. Rafaella Couto

    “Acho que isso acontece com o tempo. Tem que experimentar mesmo. Descobrindo aos poucos o que fica bem em você e o que te diverte usar. Nosso próprio estilo a gente não acha olhando vitrines. A gente acaba achando olhando pra si mesma. Pra dentro. 😉
    Bjsss!!!!”

    Sim Júlia, claro. Ao longo da vida nós iremos nos descobrindo.O que eu usava ano passado, não irei usar nunca hoje! O mais legal da moda, além de fazer você ficar bonita, é se divertir! Além de tudo moda não é apenas trend, é arte!!!

  70. Juliana Domingues

    Concordo com a proposta e o conteúdo do texto, mas é estranho ler isso em um site que, exatamente como falaram aí em cima, corrobora a padronização da mulher, em um padrão que não é o nosso, o consumo das marcas que fazem publicidade aqui ou então o “isso pode pra X, mas não pode pra Y”.

    Coerente, mas contraditório, sabe? De qualquer maneira, acho que vale a leitura!

  71. Amei o post!
    E, ao menos por mim: seu blog me ensina a me valorizar, a descobrir que beleza tem várias formas, basta que eu ache a que combine comigo.

  72. Julia, gosto muito de tudo o que você escreve, e com esse último texto não foi diferente. No entanto, gostaria de chamar a sua atenção para uma coisa: assim como há pessoas que se preocupam em ostentar uma aparência que não corresponde exatamente com o que elas são, que querem a todo custo mostrar para o mundo o quão descoladas elas conseguem ser, há outras que se apressam em julgar os outros pelo que as aparências apontam. O que eu tô querendo dizer é o seguinte: tem muita gente por aí dando muito mais valor ao que veste do que às coisas realmente importantes, mas também tem muita gente por aí que acha que, se você se preocupa com o que veste, isso significa que você SÓ pensa nisso, o que é muito injusto. E eu falo por mim mesmo, pois me preocupo bastante com a minha aparência e sinto que algumas pessoas me julgam por isso, acham que eu sou fútil. Eu sei que essa é uma questão que já foi mais do que discutida, por muita gente e inúmeras vezes, mas é que o seu texto me fez pensar em como os dois lados da moeda podem ser ruins. Um beijo.

  73. Estou de acordo Julia, texto pertinente e inteligente. Essência, essência sempre. E aparência como manifestação dela. É por isso que eu nunca fico convencida dessa ostentação toda de grifes.

  74. Estive questionando o quanto uma grife lhe valoriza ou, lhe atribui valor, enquanto um ser humano.Vivo em uma inversão de valores e isso é de certa maneira para mim, agoniante. Como gasta-se mais de dez mil reais em um “look” e, não se sabe grafar o português, minimamente correto? E, aparentemente, tudo continua muito bem. Há que se pensar. Niguém questiona isso ? Abraços.

  75. Júlia, fiz o curso do de estilismo mas não finalizei. Na última matéria achei desnecessária e pulei fora. Mas mesmo assim fiz um desfile que foi uma espécie de formatura e logo em seguida fui convidada para participar da semana de moda da minha cidade e desde então fui considerada estilista. Desisti por uns anos pois todas estas questões que você fala e mais, não conseguia conviver com esse tipo de pessoa, atitudes maquiadas me enjôam. Há 3 anos trabalho no projeto da minha grife de acessórios e hoje já estou com as mãos na massa, fabricando minhas próprias peças. Mesmo trabalhando com “moda” ainda não consigo admitir. Esqueço de olhar os fashions weeks, pra mim é como se nem existisse. Tenho náuseas desses blogs de “fashionistas”. Tudo igual. Todas as inspirações, todas as imagens, o esmalte que eu tô usando, o meu look, a minha maquiagem. Quer saber? I don’t care! Essa blogsfera tá um pesadelo: caveirismo, color block, BORING!!! Prefiro mergulhar no tumblr, weheartit. Prefiro mergulhar na arte, na música, nas referências de sempre antes dessa febre blogueira como outras décadas, outras épocas, filmes, história! Agora todo mundo é punk, todo mundo dança funk tudo junto e misturado. E falando nisso, e esses termos virtuais? IRRITANTE! Quero um suicídio da web! Pena que não posso pois dependo dela para o meu trabalho. Eu QUERO, EU TENHO, VOU COMPRAR , EU, EU, EU, EU… Internet virou tratamento de auto-estima. E olha, não tá dando certo! E o pior, a net tá influenciando as little zombies aqui fora! Em pleno calor dos infernos, sol de rachar, fofa acha que tá na Europa! É Blazer, cardigan, casaquinho! Ahn? E os vestidos? Cadê o estilo?
    Mas, Julia, obrigado pela tentativa, mas saiba que a invasão zumbi já está começando e é melhor escolhermos nossas armas…

  76. Sempre fui a favor da irreverência, do estilo excêntrico, mas sei que não é fácil usá-lo, pois facilmente se cai no ridículo, se não tiver um fundamento, uma personalidade que condiz com aquilo.
    Simplesmente, não é fácil ser Elke Maravilha. Necessita um contexto para transmitir este tipo de imagem sem ser caricato, bobo.
    Adorei este texto! Bjkassssss

  77. Leticia Pasa

    Júlia! Parabéns! Bom ver que ainda há sensatez na blogosfera. Beijos!

  78. Não posso concordar mais. Só muda o nome, eu chamo a terra dos zumbis de “LalaLand”. Não tenho o menor problema com brands (muito pelo contrário) mas não aguento mais sentar e ouvir horas de nomes e slogans. Pessoas que trocaram os substantivos por marcas “Meu Louboutin…” Não se trata do meu gosto, mas do meu bolso. Sucks

  79. Boas! É verdade, cada vez mais as pessoas “produzem-se” para parecer o que realmentenão são. Acho que a Julia faz um execelente trabalho não só no que respeita a ensinar alguns truques para nos sentiemos mais encorajadas mas também os concelhos. Bjs a toda a equipa do petiscos.

  80. Ana Paula Faria

    É isso aí! A spessoas precisam aprender a usar a moda a seu favor e não deixar que a moda a use…infelizmente é o habitué. “Quanto mais eu tenho, melhor serei” Melhor o que? hummm…melhor compulsiva? melhor display? melhor cliente do cartão de crédito? todas as alternativas! ‘Uma pessoa melhor’ se faz de força, caráter, compaixão, competência, disciplina, honestidade…marca nenhuma é capaz de vender tais virtudes, né?
    Bom texto. Bem por aí mesmo.