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Meus Petiscos

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Top top da TV

Screening Of Open Road Films And Five Star Feature Films' "Jobs" - Arrivals

Mês passado nós ficamos sabendo quem foram os dez atores mais bem pagos de Hollywood em 2013 (Robert Downey Jr. mais uma vez levou a melhor). Logo depois foi a vez de descobrir quem foram as mulheres que mais faturaram na indústria do cinema norte-americano. Em seguida, veio Gisele Bündchen no primeiro lugar de mais uma lista anual das modelos mais bem pagas do mundo. Mas e na TV, como é que está o cenário? Quem está se dando muito bem?
Depois do elenco de “Big Bang Theory” conseguir o tão sonhado milhão por episódio, a Forbes divulgou ontem quem foram os atores mais bem pagos da TV do último ano. E nessa quem saiu na frente foi Ashton Kutcher, mais uma vez. O marido da Mila Kunis faturou cerca de US$26 milhões no último ano graças a seu papel em “Two and a half men“, que dá seu adeus às telinhas nessa próxima temporada – e em grande estilo! Mesmo com a audiência caindo, a série continua bem das pernas, atingindo os 11 milhões de telespectadores por episódio.
O segundo lugar fica ali com “Two and a half men” também, e Jon Cryer, que engordou sua conta bancária em US$19 milhões. Empatado com ele vem Mark Harmon, de “NCIS“, seguido por Neil Patrick Harris, com US$18 milhões. “How I met Your Mother” pode ter chegado ao fim, mas Neil segue muito bem, escrevendo um livro e com vários projetos pela frente – será que “American Horror Story” será um deles? Tomara!

house-of-cards

A Forbes nota que a lista ganhou alguns novoso nomes no seu top 10 graças a serviços como Netflix, que mudaram o modo como a gente vê TV e acompanha os seriados. Prova disso foi a entrada de Kevin Spacey no top 10, em quarto lugar. O amado/odiado Frank Underwood de “House of Cards” abocanhou US$16 milhões em 2013 graças a seu contrato com a Netflix, uma dobradinha com a E-Trade e uma ponta em “Quero Matar Meu Chefe 2“. O ator está empatado com Patrick Dempsey.
Em quinto vem Tim Allen (US$15 milhões), seguido por Simon Baker de The Mentalist (US$13 milhões). O nerd Sheldon Cooper – quer dizer, Jim Parsons (US$12 milhões) -, vem depois, logo antes do companheiro de série John Galecki (US$11 milhões). Galecki empatou com Jason Segel, de “How I Met Your Mother”. A série emplacou também Josh Radnor (US$10 milhões) em nono lugar, empatado com Jon Hamm, de “Mad Men“.
E para fechar com chave de ouro, deixando saudades, tem Bryan Cranston, nosso eterno Heisenberg, que levou US$8 milhões graças à temporada final de “Breaking Bad” e sua participação em “Godzilla”.

Fotos: Getty Images, Netflix

A vida tá boa!

Mais que uma promessa

É, nos falamos em março, o Pedro Scooby confirmou em abril e agora, em agosto, a previsão tem virado cada dia mais uma realidade! Gabriel Medina, o rei de Maresias e maior representante da chamada ”Brazillian Storm”, acaba de vencer a lenda Kelly Slater na final de mais uma etapa – no caso a sétima – do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour. E em razão do grande feito, está na liderança do campeonato mais importante do surfe mundial. Demais! Tem noção que o moleque está fazendo história e pelo nível de suas apresentações tem chegado muito perto do título que ainda não temos em nosso esporte?

Gabriel-Medina

Como comentaram alguns especialistas do universo das ondas, a atuação de Medina foi absolutamente perfeita, pois não houve erros em momento algum do brasileiro na decisão desse Billabong Pro Tahiti. Então, se você não assistiu nada dessa finalíssima, corre na cozinha, prepara seu açaí com granola e volta aqui para curtir o que rolou de melhor dessa jornada histórica!

Foto: Facebook Gabriel Medina

Agora vai? Agora foi!

Inacreditável

Ferrari

Quando você acha que já viu bastante coisa em termos de máquinas rápidas, arrojadas e agressivas, lá vem alguém para apresentar algum possante tunado tomado no Jiraya! Estamos falando do designer italiano Adriano Raeli que revelou para geral sua ”F80 Supercar”. Na realidade, trata-se de um modelo conceito que foi projetado para ser um possível sucessor do atual ”LaFerrari”, sacou?
Por isso, embora tenha sido desenhado, tudo ainda está no campo das ideias, como o motor que deverá ter capacidade de produzir inimagináveis 1.200 cavalos de potência aparelhado com o sistema Kers – aquele mesmo que causou na temporada de 2009 da F1. Piscou, passou!

Agora vamos ficar de olho para ver se realmente a parada vai para frente e se logo mais pode ser fabricada ao menos em formato de testes pela escuderia vermelha, certo? É difícil, porém em razão de ter sido noticiada em vários sites ao redor do mundo, a chance de ganhar um minuto de atenção por parte dos construtores é um pouco maior.

Fotos: RacingNewsNetwork

Marcas tradicionais são bem fechadas mesmo

Ave Gisele!

gisele-bundchen

Nós aqui do Pra Macho aprovamos muito a linha de lingerie da Gisele Bündchen. Independente de qualquer coisa, ver a top model posando só de calcinha e sutiã é sempre um presentaço, vai? Ontem rolou mais um desses petiscos, e nós adoramos! Gisele deu uma prévia da campanha da próxima coleção de sua marca, a Gisele Bündchen Intimates, lá no Instagram. Pode apertar o coraçãozinho cem vezes?
A foto é do Zee Nunes, que deu mais uma prévia do que vem por aí no seu Instagram oficial:

gisele-bundchen

E para manter a alta temperatura do post, terminamos com Gisele em São Paulo lançando, ontem à noite, as novidades de sua linha de lingerie. De vestidinho branco bem curtinho e cabeleira solta, a top, que encabeçou mais uma vez a lista das modelos mais bem pagas do mundo segundo a Forbes, sabe do que o povo gosta!

gisele-bundchen

Fotos: Instagram Gisele Bündchen, Instagram Zee Nunes, Daily Mail

A gente gosta muito!

Alfaiate

Gucci

Em tempos modernos, quem é que manda fazer seus ternos em um alfaiate? Claro, um ajuste aqui e outro ali ainda é possível acontecer, mas mandar fazer um terno completo com calça, paletó, camisa, colete e o que mais precisar, é coisa rara de se ver. Ao mesmo tempo a profissão é uma das mais prestigiadas em termos de moda, principalmente no setor masculino, e mesmo para a Gucci, os alfaiates são profissionais valorizados. A casa italiana resolveu prestigiar os alfaiates de ternos masculinos com o lançamento deste filme de moda em seu canal do Youtube, no qual conta a história de um jovem que um dia mandou fazer um terno completo no alfaiate, e que sem dinheiro para acertar o serviço, pagou com algumas ações que na época não valiam nada. Alguns anos depois estas ações valiam uma verdadeira fortuna, e o alfaiate sai em busca do jovem anônimo a fim de lhe agradecer. Tudo leva a crer que o tal alfaiate era inglês, mas no final do filme, o protagonista estrelado pelo modelo Clement Chabernaud faz uma revelação importante.
O filme é chique e cativante, e de certo modo, associou com o histórico fictício do Sr. Grey de “50 tons de cinza”. No filme da Gucci o jovem executivo é poderoso, mas não gosta de ser o centro das atenções. Ele viaja por Londres, Nova Iorque e Tóquio, e vai estrear oficialmente na televisão com exclusividade na programação da CNN, “Elite Escapes”, no dia 01/09. Será que há alguma coincidência nessa relação?

Foto: Buro.

O resgate do sob medida

Papo de Macho: PVC

É com muito orgulho que o Pra Macho essa semana tem como entrevistado ninguém menos que o jornalista Paulo Vinicius Coelho, o PVC, da ESPN e da Folha de São Paulo. Agora você ficou felizão, hein? O cara nos recebeu com tapete vermelho nas imediações da emissora que trabalha há 14 anos, disse a razão de ter escolhido o jornalismo esportivo, falou de sua paixão pelo mundo da bola que atravessa décadas, apontou alguns problemas na base do futebol brasileiro, revelou quais foram os jogos mais inesquecíveis que presenciou em campo, mandou até o sabor de sua pizza predileta e também contou as bandas que não saem do rádio de seu carro. Bom, já percebeu que eu nem preciso dizer o quão imperdível está esse Papo de Macho, certo? Então chega de conversa, reserve alguns minutos ai do seu dia e bora curtir uma das resenhas mais divertidas de todos os tempos da história desse canal! Não é por nada não, mas está épico. Partiu:

Pra Macho: PVC, a comunicação tem várias ramificações. Vários braços, digamos assim, no entanto o que o levou a escolher o jornalismo como meio para se expressar?
PVC: Eu queria trabalhar com futebol quando eu era moleque. Adorava futebol e queria ser jornalista de futebol. Na verdade é isso que eu sou mais do que jornalista esportivo, porque sou especializado em futebol. Assim, especializado em futebol eu tenho a pretensão de ser, então isso requer você conhecer tática, saúde e economia dele, futebol internacional como o português, o francês, o brasileiro, o russo, o ucraniano, enfim, é o que eu tento ser. E eu queria muito ser jornalista esportivo quando eu era garoto, já com 14 anos, e o que eu ouvia é que eu não poderia ser em razão de eu ser tímido e também pelo fato da profissão não dar dinheiro. Na verdade, nenhuma das duas coisas eram mentira. (Risadas). Mas eu queria muito e fui buscar! Com 16 para 17 anos eu decidi que ia enfrentar as dificuldades que envolviam a profissão. Se era vencer a timidez, eu tinha que encarar. Vencer. E resolvi fazer jornalismo. Não tinha nem pai, nem mãe, nem tio, nem tia, nem vó que fosse jornalista. Havia ali uma coisa para ser descoberta mesmo e posteriormente uma tentativa de entrar no mercado.

PM: Costumo ler bastante seus textos, principalmente aqueles que são publicados no seu blog. Se eu fosse defini-los, em uma palavra, eu diria que eles são impecavelmente pontuais e claro, frutos também do que você leu. A leitura na sua vida se deu por curiosidades que tinha do futebol ou por outras buscas?
PVC: É engraçado isso, porque o primeiro livro que me deram para ler na escola, ainda que provavelmente eu tenha lido alguma coisa antes, como literatura quando eu estava na 5ª série em 1980 foi ”O Gênio do Crime”, do João Carlos Marinho. Tinha um pouco a ver com futebol, pois havia a máfia que roubava figurinha. Tinha a do Rivellino. Mas eu comecei a ler bastante coisa por causa do futebol. Com oito anos iniciei a leitura do Jornal da Tarde e dois anos depois já comecei também a ler a Placar. Desde então, não parei de ler futebol. Posso até dizer que eu leio mais futebol que outras coisas… (Risadas)

PVC

PM: Hoje, seu nome e o da ESPN se confundem demais, uma sigla puxa para a outra. E mesmo com seus trabalhos no Lance!, na Folha e no Estadão, você virou sinônimo da emissora, porém existe alguma vontade da sua parte de algum dia realizar algo na tevê aberta como faz o Celso Unzelte, por exemplo, na TV Cultura?
PVC: Eu não penso nisso, mas o que pintar de oportunidade é legal. Se pintar coisa legal e nova vai ser bom para dar uma mexida e chacoalhar um pouco. Eu acho que eu tenho a felicidade de ter trabalhado em dois lugares que foram um pouco a minha casa, pois eu já tinha uma relação anterior de consumidor, ou seja, eu li a Placar dos dez aos 21 anos e trabalhei por lá dos 21 aos 27. E eu fui assinante da ESPN de 1994 à 2000 antes de vir aqui para a emissora. Isso, de certa maneira, ajuda você a entender o lugar e me ajudou muito. Você sabe como são as pessoas mesmo sem conviver com elas. Você sabe como se escreve um texto para a revista mesmo sem jamais ter feito um para ela. Quando eu cheguei na Placar já sabia exatamente como era um texto dela! Então, isso foi um grande auxílio. Outra que ajuda bastante é que eu gosto muito de fazer o que faço.

PM: Depois que o Kaká foi o melhor do mundo, em 2007, ele nunca mais foi o mesmo em campo. Com o Ronaldinho, que recebeu esse prêmio da FIFA por dois anos, rolou a mesma parada. Geralmente esse lance de premiações, títulos e tal costuma colocar as pessoas em um lugar bastante cômodo. Você constantemente é elogiado e só aqui na ESPN, tem 14 anos. Como manter a regularidade e a motivação aí? Tem uma coisa de moleque, eu acho…
PVC: Tem. Mais tem um outro detalhe: eu tenho dois filhos para criar! (Risadas)
PM: É…. (Risadas)
PVC: E tem uma diferença: eu nunca vou ganhar o que eles ganharam em termos de dinheiro. Ou eu ralo, ou eu ralo! (Risadas). Mas assim, não é que seja só isso. Tem essa percepção de que você precisa se reinventar em alguma coisa, entendeu? Sem mudar quem você é como essência, mas descobrir alguma coisa diferente. As vezes não é tão simples fazer. Você vê hoje em dia… Cinco anos atrás eu era o único cara que fazia análise tática com imagem e atualmente a tevê inteira faz. Aliás a Globo faz. A Band, quando tem equipamento, também. Todo mundo se aparelhou com equipamento para fazer. Quem é que vai lembrar que eu fui o primeiro a fazer? Pouca gente. Tem sempre alguém, décadas depois, que vai dizer que quem fazia isso era o PVC. Mas ai outra pessoa do lado vai comentar espantada: -Ah, era?. Complicado. Então eu não tenho que abrir mão disso, mas sim agregar alguma coisa. Tem um aspecto que eu acho que sempre agrega e nunca fica velho: a informação…

PM: …ela é sempre nova!
PVC: É, e como ela é sempre nova e você tem que ficar correndo atrás, isso te re-alimenta no jornalismo. É a história do lema do jornalismo. O complexo de Sísifo, uma lenda grega. É o dilema do cara que tinha uma missão e todo dia ele tinha que pegar uma pedra imensa e levar até o topo da montanha. Depois ele parava lá, descansava e jogava a pedra para baixo. No dia seguinte ele tinha que fazer tudo de novo. Era tipo um castigo que ele tinha recebido. Isso é o jornalismo.

PM: PVC, o ápice da alegria e o auge da tristeza. Dois jogos que você esteve presente que o fizeram se sentir feliz pela vitória marcante e também uma derrota que o deprimiu com bastante força? Tipo, estou aqui, é um momento histórico, mas é muito triste…
PVC: Ah, triste está muito marcante e recente o sete a um. Foi diferente daquele três a zero da França, por tudo que representava. Gozado que eu achava que nenhum dos dois times eram para ser campeões do mundo. Em 1998 eu passei a Copa inteira afirmando que não ganharíamos, mas eu não era comentarista até então. Já em 2014, em relação ao time do Brasil, eu tinha o compromisso de não errar, por isso nunca disse que ele era favorito, mas sim candidato a levar o título. Um time para chegar até onde chegou e sair na semi, o que seria normal, a não ser tomar aquela goleada da forma como foi. E isso tem muito a ver com uma questão emocional. Essa equipe do Felipão estava com muito medo de ser Barbosa e quando resolveu isso, perdeu Neymar e Thiago Silva, dai entrou contra a Alemanha pensando com as pernas. Eu acho que isso tem muito a ver com a maneira como aconteceu a derrota! Agora de jogo espetacular, tem um monte. Se eu falar quantas vezes eu vi o Messi no campo eu não sei. Eu vi o Maradona em campo em um Boca Juniors e River Plate no La Bombonera também, mas eu acho que o jogo que mais expressaria essa coisa do ”Uau, estou aqui!” é Brasil e Itália, de 1994, em razão de ser a primeira final de Copa…

PM: …foi quando você entrevistou o…
PVC: … O Hagi!

PM: O Hagi. Exato! É, você acabou de comentar sobre essa traumática derrota para a Alemanha que será lembrada enquanto o futebol existir. Sabemos também que além dos fatores da partida em si, há muitas coisas desse jogo que têm a ver com graves problemas estruturais que o futebol brasileiro enfrenta. De base, por exemplo. Mas nós vemos que a CBF, no caso, vai tomando decisões que vão tratar nas consequências e não nas causas. Como você vê a seleção brasileira e o nosso futebol nos próximos dez anos? Se é que é possível fazer uma previsão como essa…
PVC: Assim, eu acho a situação de hoje muito parecida com aquela do final dos anos 1980…

PM: Você quer dizer no que desembocou inclusive no futebol apresentado na Copa de 1990?
PVC: E que no fundo no fundo desemboca na Copa de 1994.

PM: A Copa de 1994 você se refere ao modo como aquela seleção jogou e em como chegou naquele mundial?
PVC: Não, não. Me refiro pelo fato de ter ganho mesmo. É que é engraçado como a gente se escandaliza com algumas coisas e depois é difícil voltar para a Terra. É claro que tem questões fundamentais. Eu fiz uma coluna sobre a convocação do Galo para a seleção sub-20, pois entre os 22 jogadores chamados, tem 13 acima de 1,80, logo a minha pretensão é colocar um pouco a mão na ferida e questionar se eles estão ligados no que o povo quer.
Todo mundo está querendo outra coisa. Agora, tem muita coisa que rola no futebol brasileiro na estrutura. Tem gente que diz que não existe categoria de base e isso é mentira! Eu tive recentemente com o Erasmo Damiani do Palmeiras, e ele é incomodadíssimo com esse papo ai. Tudo parece que é a base. Mas na base se ensina um monte de coisa para os moleques e quando chega no profissional muda tudo. Claro, tem coisa para corrigir, mas ao mesmo tempo como é que eu vou achar que é o fundo do poço se eu passei dois anos dizendo que era muito difícil ganhar a Copa do Mundo tendo duas referências de 22 anos e que em 2018 estarão mais velhas e experientes…

PM: Neymar e Oscar? (mais…)

Não é à toa que você é chamado de enciclopédia, PVC!

Por cima do terrão

Renato-Stockler

Sim, antes que a especulação imobiliária engula todo tipo de terreno que achar pela frente, o fotógrafo Renato Stockler resolveu fazer um grande favor para gente: registrou pelo alto algumas peladas que costumam rolar pela periferia de São Paulo. Para concluir o trabalho, o cara sobrevoou os famosos terrões, quadras de cimento e também alguns campos de clubes de várzea localizados em áreas carentes e que, no geral, sempre foram os lugares que mais formaram craques na história do futebol brasileiro. É gol!

futebol-periferia

As vezes eu penso: quantos meninos gênios da bola deixam de realizar seu sonho de um dia ser jogador profissional em razão das patifarias que acontecem nas categorias de base dos times maiores, hein? Ou até mesmo nem conseguem ir tão longe em virtude de não ter condições básicas de alimentação e transporte, por exemplo! Aliás, vem por ai uma Olimpíada e é hora de saber ler o que é mera propaganda do governo, e onde entra o desenvolvimento da cultura olímpica brasileira.

Fotos: fonte: Behance Renato Stockler

Mais de 2016 motivos para não ganharmos medalhas

A moda no cinema

O segundo semestre de 2014 está repleto de ótimos cursos de moda! Além das aulas de Márcio Alek na Escola São Paulo, e do expert Graham Cottenden na Casa Juisi, o CineSesc (que fica na Rua Augusta, em São Paulo) oferece um curso com o estilista Mário Queiroz: “A moda masculina e o cinema”.

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O curso, que acontece em cinco encontros no mês de setembro (das 19h30 às 22h), tem como objetivo analisar a moda e corpo, não se prendendo só a roupa do figurino exibido nas telas de cinema. Ficou interessado? As inscrições já estão abertas e devem ser feitas no próprio CineSesc.
O estilista Mário Queiroz nos deu um petisco dos filmes que fazem parte do material do curso e nos contou que “serão abordados filmes da década de 1920 até os nossos dias. A representação do masculino será abordada através da moda (roupas, acessórios + corpo + movimento)”.

Foto: Divulgação.

O escurinho do cinema também serve pra estudar!

Expo + palestra: Wickbold

Anda com a necessidade de abrir um pouco a cabeça para dar uma turbinada na criatividade? Sem crise, pois o Pra Macho tem uma ótima dica para te ajudar a dar uma arejada na cuca! Lembra do fotógrafo Gabriel Wickbold que bateu um papo de macho com a gente no ano passado? Então, o cara foi convidado para compartilhar seu processo criativo na Escola São Paulo, amanhã, 26/08 às 19h30. Na ocasião, ele contará como uma imagem pode ser usada como discurso e posteriormente fomentar o desenvolvimento de uma série completa. Por isso, se você trabalha com criação e também com fotografia, essa pode ser uma boa para te apontar novas possibilidades, caminhos e formas para quando fizer seu próprio trampo! Mas seja ligeiro, pois o evento rola amanhã mesmo e para se inscrever basta acessar o site da escola.

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A conversa deve fluir bastante entre Gabriel e os participantes, pois não é de hoje que o paulistano ousa e experimenta muito na hora de compor e há tempos podemos afirmar que seus trabalhos vão bem além do mundo das fotos. Uma prova disso é a exposição que abriu ao público recentemente na Galeria Lume chamada Sans Tache (Sem Marcas), em que traz 15 imagens que questionam a relação do homem com o envelhecimento na intenção de criticar a estética super manipulada ditada pela mídia. Ficou curioso para saber como tudo aconteceu? Vamos então escutar um pouco dele mesmo sobre como a parada se deu!

Sans Tache – Sem Marcas from Gabriel Wickbold on Vimeo.

Tema instigante, não? Bora se programar para colar, contemplar e refletir! A curadoria ficou por conta de Diógenes Moura.

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Foto: Divulgação.

Partiu?

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