Já ouviu falar na nova trilogia “Fifty Shades of Grey”? Estão dizendo por aí que se trata de uma continuação dos Crepúsculos, ou que eles cresceram, ou que se trata de uma versão de Crepúsculos para adulto. Bom, não é nada disso. O que acontece é o seguinte: a autora do livro, E.L. James, era uma executiva de tv em Londres quando escreveu a história que um dia foi uma fanfic. Achou o termo um pouco estranho? Pois bem, fanfic é quando o autor de algum livro, ou roteiro, etc, escreve uma história com os seus protagonistas inspirados em personagens de outra ficção. E foi o que aconteceu com E.L. James, que se inspirou em Bella Swan e Edward Cullen para dar origem à Anastasia Steele e Christian Grey, protagonistas da trama. Esta é a única relação que “Fifty Shades of Grey” (Cinquenta tons de cinza, na tradução livre) tem com o Crepúsculo. No mais, esta não é uma obra indicada para os adolescentes. Parece que a publicação é bem apimentada e foi considerada como leitura erótica, portanto só para maiores de 18 anos. Quem se interessou, a autora já foi sondada para vender os direitos e transformar sua obra em ficção para as telas de cinema. Quem procura pela obra traduzida, a editora Intrínseca comprou os direitos de publicação da trilogia, mas ainda não lançou os livros. Está curioso e quer ler em inglês mesmo? Procure pelas continuações “Cinquenta tons mais escuros” e a “Cinquenta tons de liberdade”.

Foto: Divulgação.

E sem vampirismo, ok?