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Meus Petiscos

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Patrulha incansável

66th Annual Primetime Emmy Awards - Show

Como é legal vivermos em uma sociedade em que as mulheres podem votar, usar transportes públicos e usufruir de tantos benefícios provenientes da luta feminista! Temos a escolha (eu diria que obrigação) de poder trabalhar fora de casa se quisermos, de prover para nossa família, de fazermos o que bem entendermos com a nossa vida. Sabemos, porém, que ainda há muito para ser mudado, muito a ser pleiteado, como o direito de ganharmos salários iguais aos dos homens quando exercemos as mesmas funções. O problema é que toda essa luta feminista, que é tão importante e valiosa, se transformou em motivo para ver problema em absolutamente tudo. É difícil passarmos uma semana sem algo ser apontado como misoginia, machismo, “um verdadeiro absurdo!”
Aliás, diria que hoje em dia a gente vive num mundo muito chato no geral, em que cocar de índio é problema, em que videoclipe da Taylor Swift sem absolutamente nenhum teor classista é tachado de racista porque trazia Taylor, na maior brincadeira, caracterizada como dançarina de break. Ah, e peraí! O que são aquelas dançarinas negras ali atrás!? Mas a Taylor é branca! Racismo! É, literalmente, a época do “apanha se faz, apanha se não faz”.
Na mira da patrulha dos politicamente corretos dessa vez está um quadro de humor da cerimônia do Prêmio Emmy de ontem, em que o Presidente da Academia de Artes e Ciências da Televisão, Bruce Rosenblum, falava sobre o sucesso da indústria, e brincando com uma piscadela, conclui que eles nunca se esquecem que seu sucesso está baseado em sempre dar ao espectador algo convincente para assistir. Tudo isso enquanto Sofia Vergara, fazendo pose de bombshell, estava em pé numa plataforma giratória, mostrando seu corpaço.

O Jezebel, que pagou o maior mico esse ano ao pedir recompensa pelas fotos não retocadas da Lena Dunham para a Vogue só para constatar que elas não estavam nem tão photoshopadas assim (tomando toco até da própria Lena), não se calou: “É hora de melhorar, gente. Afinal de contas, vocês não querem desmentir a Julianna Margulies, que ganhou um prêmio e disse que vivemos um momento incrível para as mulheres na televisão”, publicou o site, completando que Sofia Vergara foi tratada literalmente como um objeto.
Outros sites acusaram a premiação de machismo, de objetificar a mulher, de fazer piada ofensiva, inclusive o da revista Time. O Refinery 29, por sua vez, comentou que muita gente deve ter ficado esperando Sofia descer da plataforma e falar uns desaforos para o cara no microfone: “Esse trecho só teve um propósito: usar a beleza e etnia de Vergara como objetos sensuais enquanto um cara branco fazia seu discurso”.
Mas o que teria a própria Sofia Vergara achado da história toda? Afinal de contas, foi ela a “objetificada“, a “usada”, a “diminuída”. Pois quer saber? Ela não deu a menor confiança para a polêmica: “Eu acho que é o oposto. Acho que significa que alguém pode ser gata, engraçada, tirar sarro de si mesma e gostar de trabalhar e ganhar dinheiro, por isso acho isso tudo ridículo. E para quem começou com essa história, e eu sei quem ela é, ela não tem nenhum senso de humor e deveria relaxar um pouco”.
Eu corrijo a Sofia: não apenas quem começou a história, mas todo mundo está precisando relaxar, e muito. Faz pouco tempo que o Gary Oldman deu uma entrevista sensacional à revista Playboy falando que as pessoas precisam começar a aprender a ouvir piada, tachando os politicamente corretos radicais de hipócritas. Hipocrisia é o que vivemos mesmo. Numa época em que cantoras que se colocam como objetos sexuais sem o menor pudor começam a atacar de feministas só porque está na moda, nunca todo mundo foi tão rápido em apontar o dedo para o próximo sem olhar para as próprias ações nem ouvir suas próprias palavras. Gente, tá muito chato, tá na hora de parar, ninguém aguenta mais.

Foto: Getty Images

Tá cansativo

Papo de Macho: PVC

É com muito orgulho que o Pra Macho essa semana tem como entrevistado ninguém menos que o jornalista Paulo Vinicius Coelho, o PVC, da ESPN e da Folha de São Paulo. Agora você ficou felizão, hein? O cara nos recebeu com tapete vermelho nas imediações da emissora que trabalha há 14 anos, disse a razão de ter escolhido o jornalismo esportivo, falou de sua paixão pelo mundo da bola que atravessa décadas, apontou alguns problemas na base do futebol brasileiro, revelou quais foram os jogos mais inesquecíveis que presenciou em campo, mandou até o sabor de sua pizza predileta e também contou as bandas que não saem do rádio de seu carro. Bom, já percebeu que eu nem preciso dizer o quão imperdível está esse Papo de Macho, certo? Então chega de conversa, reserve alguns minutos ai do seu dia e bora curtir uma das resenhas mais divertidas de todos os tempos da história desse canal! Não é por nada não, mas está épico. Partiu:

Pra Macho: PVC, a comunicação tem várias ramificações. Vários braços, digamos assim, no entanto o que o levou a escolher o jornalismo como meio para se expressar?
PVC: Eu queria trabalhar com futebol quando eu era moleque. Adorava futebol e queria ser jornalista de futebol. Na verdade é isso que eu sou mais do que jornalista esportivo, porque sou especializado em futebol. Assim, especializado em futebol eu tenho a pretensão de ser, então isso requer você conhecer tática, saúde e economia dele, futebol internacional como o português, o francês, o brasileiro, o russo, o ucraniano, enfim, é o que eu tento ser. E eu queria muito ser jornalista esportivo quando eu era garoto, já com 14 anos, e o que eu ouvia é que eu não poderia ser em razão de eu ser tímido e também pelo fato da profissão não dar dinheiro. Na verdade, nenhuma das duas coisas eram mentira. (Risadas). Mas eu queria muito e fui buscar! Com 16 para 17 anos eu decidi que ia enfrentar as dificuldades que envolviam a profissão. Se era vencer a timidez, eu tinha que encarar. Vencer. E resolvi fazer jornalismo. Não tinha nem pai, nem mãe, nem tio, nem tia, nem vó que fosse jornalista. Havia ali uma coisa para ser descoberta mesmo e posteriormente uma tentativa de entrar no mercado.

PM: Costumo ler bastante seus textos, principalmente aqueles que são publicados no seu blog. Se eu fosse defini-los, em uma palavra, eu diria que eles são impecavelmente pontuais e claro, frutos também do que você leu. A leitura na sua vida se deu por curiosidades que tinha do futebol ou por outras buscas?
PVC: É engraçado isso, porque o primeiro livro que me deram para ler na escola, ainda que provavelmente eu tenha lido alguma coisa antes, como literatura quando eu estava na 5ª série em 1980 foi ”O Gênio do Crime”, do João Carlos Marinho. Tinha um pouco a ver com futebol, pois havia a máfia que roubava figurinha. Tinha a do Rivellino. Mas eu comecei a ler bastante coisa por causa do futebol. Com oito anos iniciei a leitura do Jornal da Tarde e dois anos depois já comecei também a ler a Placar. Desde então, não parei de ler futebol. Posso até dizer que eu leio mais futebol que outras coisas… (Risadas)

PVC

PM: Hoje, seu nome e o da ESPN se confundem demais, uma sigla puxa para a outra. E mesmo com seus trabalhos no Lance!, na Folha e no Estadão, você virou sinônimo da emissora, porém existe alguma vontade da sua parte de algum dia realizar algo na tevê aberta como faz o Celso Unzelte, por exemplo, na TV Cultura?
PVC: Eu não penso nisso, mas o que pintar de oportunidade é legal. Se pintar coisa legal e nova vai ser bom para dar uma mexida e chacoalhar um pouco. Eu acho que eu tenho a felicidade de ter trabalhado em dois lugares que foram um pouco a minha casa, pois eu já tinha uma relação anterior de consumidor, ou seja, eu li a Placar dos dez aos 21 anos e trabalhei por lá dos 21 aos 27. E eu fui assinante da ESPN de 1994 à 2000 antes de vir aqui para a emissora. Isso, de certa maneira, ajuda você a entender o lugar e me ajudou muito. Você sabe como são as pessoas mesmo sem conviver com elas. Você sabe como se escreve um texto para a revista mesmo sem jamais ter feito um para ela. Quando eu cheguei na Placar já sabia exatamente como era um texto dela! Então, isso foi um grande auxílio. Outra que ajuda bastante é que eu gosto muito de fazer o que faço.

PM: Depois que o Kaká foi o melhor do mundo, em 2007, ele nunca mais foi o mesmo em campo. Com o Ronaldinho, que recebeu esse prêmio da FIFA por dois anos, rolou a mesma parada. Geralmente esse lance de premiações, títulos e tal costuma colocar as pessoas em um lugar bastante cômodo. Você constantemente é elogiado e só aqui na ESPN, tem 14 anos. Como manter a regularidade e a motivação aí? Tem uma coisa de moleque, eu acho…
PVC: Tem. Mais tem um outro detalhe: eu tenho dois filhos para criar! (Risadas)
PM: É…. (Risadas)
PVC: E tem uma diferença: eu nunca vou ganhar o que eles ganharam em termos de dinheiro. Ou eu ralo, ou eu ralo! (Risadas). Mas assim, não é que seja só isso. Tem essa percepção de que você precisa se reinventar em alguma coisa, entendeu? Sem mudar quem você é como essência, mas descobrir alguma coisa diferente. As vezes não é tão simples fazer. Você vê hoje em dia… Cinco anos atrás eu era o único cara que fazia análise tática com imagem e atualmente a tevê inteira faz. Aliás a Globo faz. A Band, quando tem equipamento, também. Todo mundo se aparelhou com equipamento para fazer. Quem é que vai lembrar que eu fui o primeiro a fazer? Pouca gente. Tem sempre alguém, décadas depois, que vai dizer que quem fazia isso era o PVC. Mas ai outra pessoa do lado vai comentar espantada: -Ah, era?. Complicado. Então eu não tenho que abrir mão disso, mas sim agregar alguma coisa. Tem um aspecto que eu acho que sempre agrega e nunca fica velho: a informação…

PM: …ela é sempre nova!
PVC: É, e como ela é sempre nova e você tem que ficar correndo atrás, isso te re-alimenta no jornalismo. É a história do lema do jornalismo. O complexo de Sísifo, uma lenda grega. É o dilema do cara que tinha uma missão e todo dia ele tinha que pegar uma pedra imensa e levar até o topo da montanha. Depois ele parava lá, descansava e jogava a pedra para baixo. No dia seguinte ele tinha que fazer tudo de novo. Era tipo um castigo que ele tinha recebido. Isso é o jornalismo.

PM: PVC, o ápice da alegria e o auge da tristeza. Dois jogos que você esteve presente que o fizeram se sentir feliz pela vitória marcante e também uma derrota que o deprimiu com bastante força? Tipo, estou aqui, é um momento histórico, mas é muito triste…
PVC: Ah, triste está muito marcante e recente o sete a um. Foi diferente daquele três a zero da França, por tudo que representava. Gozado que eu achava que nenhum dos dois times eram para ser campeões do mundo. Em 1998 eu passei a Copa inteira afirmando que não ganharíamos, mas eu não era comentarista até então. Já em 2014, em relação ao time do Brasil, eu tinha o compromisso de não errar, por isso nunca disse que ele era favorito, mas sim candidato a levar o título. Um time para chegar até onde chegou e sair na semi, o que seria normal, a não ser tomar aquela goleada da forma como foi. E isso tem muito a ver com uma questão emocional. Essa equipe do Felipão estava com muito medo de ser Barbosa e quando resolveu isso, perdeu Neymar e Thiago Silva, dai entrou contra a Alemanha pensando com as pernas. Eu acho que isso tem muito a ver com a maneira como aconteceu a derrota! Agora de jogo espetacular, tem um monte. Se eu falar quantas vezes eu vi o Messi no campo eu não sei. Eu vi o Maradona em campo em um Boca Juniors e River Plate no La Bombonera também, mas eu acho que o jogo que mais expressaria essa coisa do ”Uau, estou aqui!” é Brasil e Itália, de 1994, em razão de ser a primeira final de Copa…

PM: …foi quando você entrevistou o…
PVC: … O Hagi!

PM: O Hagi. Exato! É, você acabou de comentar sobre essa traumática derrota para a Alemanha que será lembrada enquanto o futebol existir. Sabemos também que além dos fatores da partida em si, há muitas coisas desse jogo que têm a ver com graves problemas estruturais que o futebol brasileiro enfrenta. De base, por exemplo. Mas nós vemos que a CBF, no caso, vai tomando decisões que vão tratar nas consequências e não nas causas. Como você vê a seleção brasileira e o nosso futebol nos próximos dez anos? Se é que é possível fazer uma previsão como essa…
PVC: Assim, eu acho a situação de hoje muito parecida com aquela do final dos anos 1980…

PM: Você quer dizer no que desembocou inclusive no futebol apresentado na Copa de 1990?
PVC: E que no fundo no fundo desemboca na Copa de 1994.

PM: A Copa de 1994 você se refere ao modo como aquela seleção jogou e em como chegou naquele mundial?
PVC: Não, não. Me refiro pelo fato de ter ganho mesmo. É que é engraçado como a gente se escandaliza com algumas coisas e depois é difícil voltar para a Terra. É claro que tem questões fundamentais. Eu fiz uma coluna sobre a convocação do Galo para a seleção sub-20, pois entre os 22 jogadores chamados, tem 13 acima de 1,80, logo a minha pretensão é colocar um pouco a mão na ferida e questionar se eles estão ligados no que o povo quer.
Todo mundo está querendo outra coisa. Agora, tem muita coisa que rola no futebol brasileiro na estrutura. Tem gente que diz que não existe categoria de base e isso é mentira! Eu tive recentemente com o Erasmo Damiani do Palmeiras, e ele é incomodadíssimo com esse papo ai. Tudo parece que é a base. Mas na base se ensina um monte de coisa para os moleques e quando chega no profissional muda tudo. Claro, tem coisa para corrigir, mas ao mesmo tempo como é que eu vou achar que é o fundo do poço se eu passei dois anos dizendo que era muito difícil ganhar a Copa do Mundo tendo duas referências de 22 anos e que em 2018 estarão mais velhas e experientes…

PM: Neymar e Oscar? (mais…)

Não é à toa que você é chamado de enciclopédia, PVC!

Cineminha

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Com a chegada do bluray, os aficcionados pela melhor imagem em altíssima definição viram-se obrigados a começar a substituir seus antigos DVDs pelos disquinhos das caixinhas azuis. Se você é um desses e ainda por cima é fã de Stanley Kubrick, pode comemorar: a Warner Bros. lança no próximo dia 04/11, em parceria exclusiva com a Amazon, um box de blurays com oito filmes clássicos do diretor, cinco documentários e um livro de 78 páginas.
Stanley Kubrick: The Masterpiece Collection Amazon Exclusive” vem com “Lolita”, “Dr. Strangelove”, “2001: Uma Odisseia no Espaço”, “Laranja Mecânica”, “Barry Lyndon”, “O Iluminado”, “Nascido para Matar” e “De Olhos Bem Fechados”.
Quanto aos documentários, são eles “O’Lucky Malcolm!” (sobre Malcolm McDowell, protagonista de “Laranja Mecânica”), “A Life in Pictures“, narrado por Tom Cruise, “Kubrick Remembered“, com imagens inéditas de arquivo do diretor, “Stanley Kubrick in Focus“, com depoimentos de diretores como Steven Spielberg, Martin Scorsese e outros contando como o estilo de direção de Kubrick impactou suas carreiras, e “Once Upon a Time… A Clockwork Orange“, que vai a fundo no contexto histórico do filme que conta a história de Alex De Large. Presentão de Natal ou o que? Para ficar de olho no lançamento e garantir o seu logo na pré-venda, é só correr para o site da Amazon.

E já que estamos falando em cinema, Jennifer Lawrence pode estar com um pé no próximo filme de Quentin Tarantino. Segundo o site Collider, a atriz está em negociações para abocanhar um papel em “The Hateful Eight“. Não se sabe ainda qual seria sua personagem, até porque Tarantino já mexeu no roteiro após aquela leitura com o elenco inicial anunciado por ele mesmo, mas diz que Lawrence não está concorrendo com ninguém pelo papel, o que já é meio caminho andado!

Fotos: Amazon, Getty Images

Recheando a estante

Emmy pretinho e colorido

preto-sequinho

Com modelos que variam dos sequinhos elegantes para os volumosos princesinhas, as garotas de preto estão sempre presentes em diversas silhuetas espalhadas pelo tapete vermelho. Este Emmy não foi diferente! Teve até Felicity Huffman, que apesar de esconder os pezinhos debaixo da saia sequinha, perdeu o sapato no meio do caminho e foi prontamente atendida pelo marido William H. Macy. Sua escolha mostra que uma peça simples e elegante garante a sofisticação na medida certa para qualquer época. Jessica Paré também elegante, preferiu trabalhar a amarração da saia preta, combinada ao top tomara que caia todinho bordado, e um colar de impacto no colo em beleza minimalista, com o cabelo repartido na lateral e sem pesar no make.

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Com proposta totalmente diferente de um modelo sequinho e elegante, Lena Headey optou pela modernidade da peça assimétrica para o tapete vermelho. O cabelo despenteado deu ares rebelde para a produção, que foi contrastada com a delicadeza das joias, como os brincos de brilhantes. Melissa McCarthy realiza sua fantasia de entrar como uma princesinha de vestido negro no tapete vermelho, o que valorizou e muito a sua silhueta. O bordado na região da cintura ajuda a valorizar as formas de quem, assim como ela, veste tamanho grande.

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Apesar da temporada do momento ser “Orange is the new black” (que infelizmente não levou nenhum prêmio pra casa), no tapete vermelho o azul marinho é o novo preto! As duas cores tão próximas são incorporadas da mesma maneira no evento de gala: modelos totalmente diferentes entre eles, e todos eles muito elegantes. Julia Roberts é uma das adeptas, que nos faz pensar: quantos anos ela tem mesmo? Eu diria que a aparência é de uns 30 e poucos anos, mas a verdade é que ela já passou da casa dos 40 e mesmo assim ficou linda com o modelo de vestido curto e rodado, todinho carregado de pedrarias e levemente transparente. Os fios super loiros estavam soltos, para dar mais contraste com o modelo escolhido, sem cores no make.
Trabalhada na renda, o vestido da Natasha Lyonne é daqueles que dá até vontade de arrancar o babado do barrado na certeza de que ele vai melhorar, ainda assim, a peça é chique e o babado é até que divertido. A atriz só poderia ter dado mais atenção e elaborado um penteado mais adequado, pois o cabelo com cara de todo dia não ajudou tanto no resultado final.

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Debra Messing com vestido longo e sequinho, mas uma pena que como muitos que vemos no tapete vermelho, os problemas de sempre com a barra da peça, que muitas vezes tem forro aparente e fica todo amassado. Christine Baranski era uma das minhas preferidas na noite, muito elegante com o vestido sequinho que recebeu uma longa capa no lugar da cauda. As duas com cabelo e make impecáveis, dignas de estrelas de Hollywood.

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As metálicas brilharam na noite, entre elas Taryn Manning de dourado plissado tomara que caia, a peça poderia ser um pouquiiinho mais comprida e esconder os pés de verdade. Adorei o cabelo curto com ondas e make marcado nos olhos. Toda orgulhosa, Hayden Panettiere mostrou a barriguinha da gravidez em longo cheio de brilho e mostrou que até as grávidas podem entrar nessa moda da falta de sutiã. Será? Enquanto isso, Gwen Stefani em produção de saia longa e blusa curtinha, ambos do mesmo tecido mas que liberou um dedinho de barriga da cantora, que aliás, mostrou que está bem magrinha. Ela aderiu aos cabelos super lisos e repartidos ao meio desta vez, e deu uma trégua ao bocão vermelho para não exagerar o look final.

prateadas

Totalmente de acordo com a idade, o vestido de Kiernan Shipka possui comprimento na altura do tornozelo, ganha destaque devido a faixa bordada na altura do quadril, o que valoriza a peça no formato “A”, que valoriza a maioria dos tipos físicos. Taylor Schilling apostou no modelo que muitas famosas têm usado: decote cavado e preso no pescoço. A peça também é toda bordada e levemente transparente, portanto marca bastante as formas do corpo. (mais…)

Marinho é o novo preto?

Visitando: Jonah Hill

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Vamos dar um respiro daquelas mansões em que as celebridades moram? A casa de hoje é um pouco mais próxima da nossa realidade – sei lá, ao menos poderíamos alugar algo parecidinho para passar alguns dias, ou se você está com o dinheiro… fazer uma oferta para o Jonah Hill, que colocou seu apartamento no melhor estilo nova-iorquino à venda. O ator comprou o espaço em 2012, por US$ 2,65 milhões e quer se livrar dele agora por US$ 3,79. Localizado no Soho, o apê de 185 m² foi todinho reformado pelo ator, por isso a valorização alta do preço. Empreendedor ele, não? Vai ver andou aprendendo bem com o Lobo de Wall Street.

Essas janelas enormes, piso de maneira original e parede de tijolinho pintada de branco em pleno Soho são para hipster nenhum botar defeito!

Fotos: Daily Mail, TMZ

A perfeita descrição de NY

Força das mulheres

Charlize Theron Visits "The Tonight Show Starring Jimmy Fallon"

Nós estamos cansados de ver closets gigantescos de celebridades – cantoras, atrizes, não importa: alguns são do tamanho de um apartamento! Porém se você for dar uma olhadinha no de Charlize Theron, não vai encontrar tanta extravagância. “O meu é muito legal, mas comparado com alguns que já vi por aí, eu diria que é até compacto”, contou a atriz ao WWD, confessando que o conceito de ter essa quantidade absurda de roupas a incomoda um pouco: “Eu literalmente me pergunto se, mesmo que a pessoa use uma roupa por dia para o resto da vida, ela vai conseguir dar conta de vestir aquilo tudo.”, questionou no bate-papo, ao ser perguntada sobre sua relação com a moda.
E qual é sua relação com a moda? Bem desapegada! Charlize se diz muito sortuda, já que ganha muitos presentes, e nunca toma nada disso como garantido, mas por outro lado sabe que jamais vai conseguir dar conta de tanta roupa: “A ideia de peças penduradas no meu closet sem serem usadas… Tem um pouco da africana em mim que não gosta disso”, ela continuou, revelando que seu conceito de vida é “se você não está usando, passe adiante para quem vai usar”. Com isso, quem leva a melhor são suas amigas, para quem ela dá muitas das coisas que ganha e não usa, ou usou poucas vezes: “Elas se dão muito bem!”, brincou.
No mesmo papo, Charlize se revelou mais uma defensora da beleza madura, que vem com o tempo e muita experiência de vida: “É irônico como construímos uma indústria da beleza que gira em torno de meninas de 20 anos, quando elas não têm o menor conceito de sabedoria, do que é a vida, do que é ter passado por alguns relacionamentos e sofrer com eles. Quando elas não sabem o que é crescer, evoluir em sua própria pele e se sentir autoconfiante consigo mesmas e saberem o valor que elas têm, e não por causa de um homem ou nada do gênero. E eu acho isso tudo tão bonito!”, respondeu a atriz ao ser perguntada sobre o que é ser mulher para ela. “Acho que é por isso que as pessoas dizem que a mulher chega no seu ápice aos 40 anos. Mas ao mesmo tempo, nossa sociedade quer ir pelo caminho inverso. É como se nós murchássemos com o tempo, enquanto os  homens são como o vinho – quanto mais velhos, melhores ficam. É um engano tão grande, e acabamos perdendo tanto com isso, pois acho que é aí que a mulher está no seu verdadeiro momento de sensualidade”.

Foto: Getty Images

Beleza experiente: a melhor de todas

Por cima do terrão

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Sim, antes que a especulação imobiliária engula todo tipo de terreno que achar pela frente, o fotógrafo Renato Stockler resolveu fazer um grande favor para gente: registrou pelo alto algumas peladas que costumam rolar pela periferia de São Paulo. Para concluir o trabalho, o cara sobrevoou os famosos terrões, quadras de cimento e também alguns campos de clubes de várzea localizados em áreas carentes e que, no geral, sempre foram os lugares que mais formaram craques na história do futebol brasileiro. É gol!

futebol-periferia

As vezes eu penso: quantos meninos gênios da bola deixam de realizar seu sonho de um dia ser jogador profissional em razão das patifarias que acontecem nas categorias de base dos times maiores, hein? Ou até mesmo nem conseguem ir tão longe em virtude de não ter condições básicas de alimentação e transporte, por exemplo! Aliás, vem por ai uma Olimpíada e é hora de saber ler o que é mera propaganda do governo, e onde entra o desenvolvimento da cultura olímpica brasileira.

Fotos: fonte: Behance Renato Stockler

Mais de 2016 motivos para não ganharmos medalhas

Clarinhas: Emmy

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Nós já vimos as garotas de vermelho do Emmy, mas acredite: o branco – com todas as suas variações – foi o tom que dominou o tapete vermelho e os looks das convidadas. Assim como vimos entre as meninas do escarlate, aqui o styling não se aventurou demais, e em alguns momentos me lembrei de uma entrevista outro dia com alguém famoso dizendo que viu um tapete vermelho com a Anna Wintour e que a vontade da dupla era dar uma bagunçadinha em todo mundo. Os cabelos perfeitos demais, tudo calculadinho… A fixação em estar indefectível e não cair numa lista de “mais mal vestidas” tem sugado cada vez mais a graça desses eventos.
Mas vamos às garotas de branco? Começamos com Laverne Cox e Danielle Brooks, dupla de “Orange is the New Black”. Laverne, de Marc Bouwer, apostou num modelo coluna grega com um belo decote, que ela complementou com um penteado lindo (confira na nossa galeria) – e que valorizou ainda mais alguns detalhes da peça. Danielle Brooks, por sua vez, preferiu pentear o cabelo curtinho em um topetão e cruzou o tapete vermelho de longo fendado Nathaniel Paul. O acessório da noite, não sei se vocês repararam, foi mesmo o bracelete, onipresente em todos os looks!
Entre as garotas de branco que optaram por pontinhos de cor super discretos com seus vestidos clarinhos estavam Anna Chlumsky, de Zac Posen combinado com sombra de glitter roxa (veja de pertinho na galeria!), e Julianne Hough, com joias de esmeraldas e bolsa carteira do mesmo tom de verde das pedras. O longo era DSquared2, mas se você tiver jurado antes que se tratava de um Lanvin, não te culparia… Ahh, inspirações!

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Ainda entre as meninas dos pontinhos coloridos, Sofia Vergara de Roberto Cavalli não abriu mão do bocão vermelho, anéis de esmeralda e muitos diamantes. O colo, porém, ficou nu, o que, com tantas joias, não foi uma má ideia. Já Kate Mara, de J.Mendel, levou o p&b de seu longo para os acessórios, e o resultado ficou mais moderninho.

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Padma Lakshmi de Ralph Rucci e Michelle Monaghan preferiram looks mais sequinhos, super discretos, com maquiagens neutras.

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Com um pé lá nos anos 1970, Angela Bassett foi minha favorita da noite. De longo Elisabetta Franchi estilo envelope, a atriz deixou os cabelos soltos bem selvagens e combinou a peça com acessórios dourados, combinadinhos mas sem cara de milimetricamente calculados. O resultado ficou natural, super charmoso e a sua cara. Outra que parecia saída da mesma década era Katherine Heigl, de longo vintage John Hayles pérola.

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Fechando as clarinhas da noite, Kristen Wiig cruzou o tapete vermelho de Vera Wang, enquanto Camila Alves poderia ter sido um pouquinho mais cuidadosa com o forro curto do longo transparente, enquanto Lucy Liu, de Zac Posen, deixou a cabeleira solta e investiu apenas em um par de brincos e mais nenhuma joia. Sentiram falta de mais acessórios ou uma maquiagem mais colorida? Eu senti!

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Tem mais na nossa galeria:

Fotos: Getty Images

Deu branco no Emmy

Segredos de Rita

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Cabelos precisam de cuidados! E a cantora Rita Ora sabe disso. Depois de tingir o cabelo de roxo e voltar ao loiro, ela contou ao site Into The Gloss que seus fios merecem atenção extra. “Como o loiro desgasta muito, eu alterno xampu de tratamento com um desamarelador. Usar um xampu roxo é superimportante, tenho usado o o “Silver Shampoo” de L’Oréal Professionnel.
E quando Rita não está trabalhando ou participando de algum tapete vermelho, ela aproveita para se dedicar a hidratações no rosto e cabelo, fazer a sobrancelha e depilação. Os cremes também fazem parte de sua rotina de beleza. “Eu amo a marca Fresh, eles tem uma máscara feita de chá preto que é ótima.”
Rita, aos 23 anos também diz ser fã do protetor solar. ”Não pretendo ter nenhuma ruga, por mais que eu já use alguns cremes anti-idade, sempre aplico filtro solar para proteger minha pele”.
E os cuidados também se estendem a região dos olhos. ”Eu tenho muita olheira, então eu tento sempre cuidar disso. Eu até uso pepino sobre os olhos, mas para mim, ele não resolve muita coisa, então aplico seruns para a área dos olhos”. E no dia a dia, quando ela sai sem nenhuma maquiagem, Rita gosta de usar o “Illuminating” da Laura Mercier. ”Ele é um hidratante luminoso que é bem pigmentado, mas que tem um brilho na medida certa”.
Já quando o assunto é sobrancelha, Rita revelou ser uma especialista: “Aprendi com minha mãe que sempre fez a minha. Depois na escola, decidi fazer a das minhas amigas. Não demorou muito para formar uma fila de meninas me pedindo para fazer a delas na hora do lanche.”

Foto: Into the Gloss, Ebay, Diva da beleza, Wanelo

Especialista de beleza

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