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Quando eu achava que as autoridades estavam usando um drone para monitorar os protestos ontem, me enganei completamente. Era o jornal Folha de São Paulo fazendo imagens espetaculares usando esse brinquedo de gente grande, que qualquer garoto queria colocar as mãos. Só dar um play no vídeo a baixo e ver os sobrevoos dessa pecinha tecnológica fazendo imagens da caminhada em São Paulo, que começou no Largo da Batata e se separou com grupos indo pra Berrini e outro para a Paulista.
Nos últimos dias vimos tantas garotas levarem os seus vestidos cinquentinhas para as festas e tapetes vermelhos de premiações e pré-estreias. E Diane Kruger, que vimos há poucos dias com um vestido com corte que lembra os dos anos 40, não ficou para trás e também vestiu um modelo com inspiração na década de 1950. A atriz atualizou o vestido tomara que caia de saia rodada com uma sandália com pedrarias na pulseira do tornozelo. Ficou curiosa para saber de o crédito? Diane vestiu peças de Jason Wu dos pés à cabeça.
O mesmo tom escolhido por Diane foi também o eleito de Melonie Diaz. Mas o modelo Reem Acra da atriz de “Fruitvale Station” (que também vestiu um tomara que caia) era um tubinho:
Você sempre imaginou substituir aqueles quadros da sala por obras de arte? Mas a conta no banco não te permite entrar em uma galeria de arte e escolher aquela obra que seria perfeita para a parede da casa?
Você sabia que colecionar arte não precisa ser um investimento inacessível como tantas vezes imaginamos? A arte também pode ser democrática e (pasmem!) acessível aos nossos bolsos! Quer o mapa do tesouro? A gente te conta: DemocrArt, a galeria de arte online que surgiu com o objetivo de democratizar a arte!
A ideia da galeria é reduzir o preço utilizando o conceito “Múltiplo”, ou seja, a obra de arte feita em série – assim como Andy Warhol já fazia! Todas as peças da DemocrArt são limitadas, numeradas e assinadas. Apostamos como você já está até imaginando onde pendurar o quadro novo! E para você dar o primeiro passo no colecionismo de arte temos um voucher de R$ 200, para você usar da DemocrArt! É só entrar com o código PETISCOS (escrito em letras maiúsculas). Mas atenção: o voucher não é válido para os cases de iPhone.
Enquanto a mulherada aqui no Brasil tenta de tudo para tirar os pelos de suas pernas, as gurias da China tentam de tudo para não sofrerem da violência sexual que é muito mais forte por lá. O site ChinaSMACK fez um post reportando que a febre do momento no microblog chinês, Sina Weibo, é essa meia inventada por uma menina chinesa que cansou de ser bolinada, uma meia-calça peluda. Não sabemos se realmente é uma meia ou se a menina usou o Photoshop para criar a imagem. Mas que a ideia é sensacional…
Ariane Polvani - Fui com um grupo de amigos muito grande e encontrei mais um monte de gente que nunca imaginei encontrar num protesto. Além de não ver UM policial durante toda a manifestação e UM ato de violência ou depredação de patrimônio público, pude perceber que o pessoal que estava ao meu redor realmente estava lá contra o aumento da tarifa. A manifestação foi legítima. O único momento meio chato que presenciei foi no começo: um confronto nada a ver entre os “sem partido” e os “com partido”. Galera gritava de um lado “Sem partido! Sem partido!”, e outra galera respondia do outro “Vinagre ou partido, é tudo permitido!”. Tá, gente… tanto faz. Andem aí pela diminuição da tarifa e fiquem de boa. Mas também isso não fez a menor diferença… esse desentendimento durou nada mais que cinco minutos. No mais, a galera estava na maior paz, amor e good vibes aqui em São Paulo… tinha crianças, jovens, velhinhos, um grupo de mães que arrancou suspiro de todo mundo, um mini-carro de som que alegrou a molecada, um cara que levou uma instalação feita de coxinhas e papeleão (e acontece de ser meu amigo) e uma porrada de “playboy”, que tem sim dinheiro para pagar o ônibus, taxi e ainda por cima tem carro. Mas, gente, pelo amor de Deus… isso não interessa, né? Parem com esse discurso burro e capitalista porque ele já é muito velho e até Arnaldo Jabor já percebeu. Voltando para as redes sociais, encontrei algumas pessoas fazendo piada ou criticando. Para esses, a pauta é o pessoal que foi protestar só para postar foto no Instagram, “para falar que foi” e as “modeletes da passeata”. Tipo… nada a ver, cara! Pelo menos o povo foi pra rua e ajudou a fazer história. E você que ficou com a bunda no sofá assistindo novela?
Paula Roschel - Eu não pensei que presenciaria algo como ontem tão cedo aqui no Brasil. Eu estava muito descrente, pois o que vemos por aí é descaso de quem elegemos, um sistema que parece tão podre por dentro que quem entra, mesmo com boa intenção, acaba se corrompendo e uma força policial que estava mais contra do que a favor da população. Mas ontem, depois de andar uns 10 quilometros, lá em cima na Brigadeiro, olhei para trás, cansada (afinal, não sou lá uma atleta), e vi um mar de gente cantando. Um mar sem fim (por isso não acreditem quando falam que foram apenas sessenta e tantos mil, era muito mais do que isso aqui em São Paulo)! Quando alguém se exaltava, outros pediam para parar. Muitos se ajudaram, deram risada, se divertiram tentando mudar o país, mesmo que naquele momento. No final da noite não existia, ali na Paulista, aquele pesadelo de quinta-feira. Agora eu quero ver isso virar resultado, além de desejar muito um povo mais engajado. Se os veículos tradicionais não deram tanta voz ao povo, a internet e quilómetros de vias estão aí para nos unir. Viva!
Fernanda Pires: Hoje eu acordei e posso dizer que realizei um sonho. Aos 32 anos de vida me sinto totalmente feliz e realizada, porque sou brasileira, porque o meu país é o país mais lindo do mundo e porque o meu povo é o povo mais guerreiro que existe. Caminhar oito horas sem parar entre subidas e descidas pelo vale de São Paulo, não é pra qualquer um. É pra todos! Foi lindo! O gigante acordou! E o gigante meu amigo, é o povo brasileiro, que nunca mais vai ser feito de idiota. Que orgulho desse meu Brasil! Depois de tantos anos boiando na frustração, eu sempre soube e é por isso que nunca te abandonei e nunca vou te abandonar!
Rafael Argenta: A manifestação pacífica foi grandiosa! Sentir na pele a emoção de ver o povo cantando o Hino Nacional para lavar as injustiças e sujeiras que nos forçam a engolir, isso sim é ter orgulho de ser brasileiro. A infeliz lembrança que tenho de ouvir o povo cantando o Hino Nacional é sempre em jogos de futebol e a diferença entre os dois sentimentos é brutal. Ouvir o povo cantando em prol da justiça e por nossos direitos é muito mais bonito e honroso.
Rapha Bento: Estava emocionado. Quem já participou de manifestações em prol de todos (onde os manifestantes são uma minoria oprimida pelos olhos da massa e dá até vergonha de cantar os coros porque parece que você tá fazendo algo errado) sabe do que estou falando. Senti que a maioria começou a perceber que não somos tão bobos assim como pensam os governantes e que o bem estar comum depende de todos. Além do fato de ter feito cair a máscara da população em relação à polícia despreparada, preconceituosa e braço de um Estado hegemônico que segrega, usurpa, inferioriza, desmoraliza, despreza e abandona a esmagadora parcela da sociedade alimentando uma desigualdade sem tamanho identificando-a por classes C,D e E de forma imunda. Talvez tenha sido o ponta pé inicial para mudanças maiores no futuro.
Tiago Gass: O Brasil dá fortes indícios de que acordou para a realidade das coisa que acontecem na política. Ao sair da redação e caminhar mais de três quilómetros para chegar ao Lago da Batata, não descartava mais um dia de confrontos. Lá me assustei com a quantidade de pessoas, a maioria sorrindo por saber que as coisas precisam mudar para melhor, mas fiquei apreensivo quando vi que as autoridades estavam usando um drone para monitorar a nossa saída. pensei que logo na esquina poderíamos ser emboscados. Mas não foi o que aconteceu. Fomos emboscados mesmo por uma quantidade enorme de pessoas em janelas, para nos apoiar na caminhada e mostrar que também querem mudanças. Por isso, depois de anos me sentindo envergonhado por ser brasileiro, voltei a ter orgulho, o mesmo que sentia quando saí do Brasil em 2002, para ganhar a vida em território desconhecido. Todo o trajeto deu uns 13 quilômetros e foi extremamente agradável. Nem lixo eu vi sendo jogado no chão. E ao subirmos a Brigadeiro Luiz Antônio, com as pernas doendo, parecia que estávamos reconquistando o Brasil. Mas uma batalha ganha! Não é uma guerra ganha, a corrupção intrinsecamente ligada a política do pais não sairá facilmente do poder. Por isso gente, #vemprarua, que tem muito mais pela frente.
Julia Petit: Dificil falar muito mais do que o pessoal da redação do Petiscos já falou. O que me impressionou mais foi o sentimento de poder que dá ao ver as ruas dominadas por pessoas (pra mim mais de 200.000) caminhando em sintonia. Quem estava de carro, com raras excessões, esperava pacientemente. Acho que todo mundo deveria ir, pelo menos, a uma manifestação. Essa sensação de que somos donos da cidade, estado, país é muito importante. Somos MESMO donos do país e poiliticos eleitos ou não recebem salários pagos por nós e devem prestar contas de TUDO que fazem ou que vão fazer. E se ele não respeitam a população, então que tenham medo dela. Só não pode desanimar porque tem muita coisa errada pra ser resolvida no Brasil. Vamos em frente!
Lembra da clássica scooter Vespa? Bom, talvez você não saiba mas ela já está com 70 anos. Para celebrar a data, a agência criativa francesa Nomoon criou uma animação contando a história deste ícone ao longo das últimas décadas desde sua estreia até sua consolidação como parte da cultura pop. Super divertido! O video “Vespalogy: uma retrospectiva dos setenta anos de Vespa” é repleto de cores e elementos que vão fazer você voltar um pouquinho no tempo e saber mais do que ainda não conhece dela. Como diria Miguel Falabella em sua época de Video Show…
Quem é que anda por aí com um bigode dentro da bolsa? Bom, a Helena Bonhan Carter anda e não é de se espantar. Com um jeito bastante peculiar de ser, a atriz foi relembrada pela equipe da Vogue no dia em que fotografou o ensaio para a edição de junho da revista. Ao completar o look composto por um chapéu, a diretora de moda Lucinda Chambers sentiu falta de um bigodinho, que não havia sido solicitado na produção. Segundos depois Helena Bohan Carter sacou de dentro da bolsa o tal bigode, e como podemos conferir na imagem final, ela fez jus ao título de ‘excêntrica’.
Foto: Mert Alas e Marcus Piggot/ Vogue.
O que mais será que Helena guarda dentro da bolsa?
Thom Yorke quer entrar na sua casa – e agora sem ser com a música. Oito anos atrás o vocalista do Radiohead e Atom for Peace fez um desenho anti-pobreza com Stanley Donwood, o cara que faz as ilustrações de discos e posters da banda desde o álbum “The Bends”, de 1995.
Agora, a pintura que leva o nome de “Business School for the Dead” (assunto escolar para os mortos, em tradução livre), foi colocada a leilão na Bonhams e vai doar todo o dinheiro para a ONG Trade Justice Movement. A estimativa é que ela seja arrematada por algo entre $5.500 e $6.300. Thom Yorke se manifestou no Twitter sobre a venda: “Espero que alguém do setor financeiro a compre, que novidade ter uma pintura em leilão ha!”.
Semana passada começamos a nossa série de posts sobre corretivos com a maquiadora Fernanda Leite. Resolvemos fazer uma análise um a um identificando a textura, cobertura, acabamento, durabilidade e outras considerações. Hoje falaremos do Erase Paste, da Benefit, Argan Pro Blend Concealer, da Josie Maran, corretivo multiuso Bare Minerals e o Laura Mercier Undercover Pot. Só um detalhe: vamos analisar corretivos de todas as faixas de preço, ok? Essa é uma série de posts, então não se preocupe.
Benefit – Erase Paste – N 2 medium
Textura: cremosa
Cobertura: média
Acabamento: natural
Durabilidade: média
Dicas e Considerações:
Esse corretivo tem um tom levemente alaranjado, que neutraliza o azulado das olheiras. Sua durabilidade pode ser alongada finalizando com pó, que também diminui o brilho. (mais…)