Meus Petiscos

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Tatuadas também amam

tatuada

*Para ler ouvindo:

Normalmente eu não sou uma pessoa que fica puta quando começam a fazer perguntas sobre as minhas tatuagens, coisas do tipo “quantas você tem?”, “doeu” e afins. Até porque parece que a partir do momento que você decide ter tattoos, assina-se um contrato imaginário em que consta a seguinte clausula: deverás ser questionado pelo resto da sua vida sobre o assunto. Acho que as pessoas que não tem tatuagem ficam curiosas (o que nos torna em parte atrações de circo, mas ok né?) e esquecemos disso uma vez que no nosso dia a dia somos cercados por pessoas que não acham nada demais você tê-las ou não (pelo menos é o que acontece comigo). Como de costume, odeio levantar bandeiras pois acho que cada um é o que é e ponto, mas neste feriado tive uma experiência que só depois de contar pra minha amiga que me dei conta do quão bizarra foi.

Quem me conhece sabe que sempre sou abençoada com taxistas maravilhosos (não achei uma palavra que melhor os ilustrasse) e isso acaba me rendendo ótimas histórias que, por mais absurdas, são verdadeiras (a Mônica – minha sócia – já presenciou algumas delas). Daí que voltando pra casa neste feriado no taxi com a Mi e o Vinci, os deixei no metrô e o taxista começou (juro por Deus que se eu soubesse o rumo que tomaria este percurso com o taxista jamais teria deixado os dois no metrô, muito menos teria continuado no banco da frente do taxi):

- Nossa quanta tatuagem!
- Sim (respondi com um sorriso tipo ok cala a boca).
- Você é roqueira?
Fiz uma pausa pra tentar achar um gênero musical que me definisse – o que eu já odeio.
- Mas vem cá, quem disse que pra ter tatuagem tem que ser roqueiro?, eu disse.
- Ah, pra ter esta quantidade de tatuagem tem ser roqueiro, né?
- Bom, o Justin Bieber tem um braço fechado e é cantor de musica pop, o David Beckham tem o corpo quase fechado e é jogador de futebol.
- Hummm… Mas vem cá você tem muita tatuagem, deve ser difícil arrumar homem você sendo assim, né?
(Bom, não sei porque eu ainda respondi ele depois disto).
- Olha, eu nunca tive problemas… Aliás, a maioria dos caras que eu já fiquei não eram tatuados, e outra acho que tem gosto pra tudo nesta vida, né? O senhor mesmo deve ser casado acredito eu… (mais…)

Só uma pessoa com a mesma rotina que qualquer outra

Na J. Crew

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Já falamos sobre Sophia Webster aqui no Petiscos e o quanto suas criações são delicadas e com detalhes divertidos que fazem toda a diferença. Além disso, muitos de seus sapatos são produzidos no Brasil. Pena que só se fabrica aqui e, em seguida, vão para a criadora lá na Inglaterra. Ou seja, ainda não conseguimos comprar nada em solo nacional. Opa, mas não é que Sophia pegou carona na onda de colaborações e resolveu lançar uma coleção com a J. Crew, que agora entrega em solo nacional?

Essa parceria foi anunciada em setembro de 2013, mas só agora temos as imagens dos pares com estampas de bolinhas, estrelinhas e outras fofuras, que amanhã estarão disponíveis no site – Eba! O único ponto negativo fica para as meninas que não curtem salto, pois não tem sequer um modelinho flat pra contar história.

Fotos: Grazia UK.

Diversão nos pés

“Blurred Lines” histórica

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A música pode ser sexista, pode ser sampleada, pode ser proibidona, mas que ela é boa, é! O flow é ótimo, a produção do Pharrell é muito bem feita, a letra, as batidas e o agudo do Robin Thicke arrasam na pista e grudam na cabeça que só. Claro que estamos falando de “Blurred Lines“.
O single de Thicke, Pharrell e T.I. não é só cheio de polêmicas e um dos mais vendidos de 2013, é também o mais baixado no Reino Unido de todos os tempos! “Blurred Lines” alcançou a marca de 1.5 milhão de downloads desde que foi lançada, em maio de 2013, deixando para trás até faixas do fenômeno Adele, dos misteriosos Daft Punk e até da Gotye, com aquela música, cantada em parceria com a cantora Kimbra, que todo mundo se lembra muito bem. Confira o ranking completo:

1. Robin Thicke, T.I. e Pharrell Williams - Blurred Lines
2. Adele - Someone Like You
3. Maroon 5, e Christina Aguilera - Moves Like Jagger
4. Gotye e Kimbra - Somebody That I Used To Know
5. Black Eyed Peas - I Gotta Feeling
6. Daft Punk e Pharrell Williams - Get Lucky
7. Rihanna e Calvin Harris - We Found Love
8. Avicii - Wake Me Up
9. Pharrell Williams - Happy
10. Kings of Leon - Sex on Fire

Foto: Frame

A galera quer ouvir

Garotas das capas

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Depois de toda a polêmica da edição de abril, com Kim Kardashian, Kanye West e uma hashtag, Anna Wintour pegou leve na edição de maio da Vogue America: a escolhida da vez para estampar a publicação foi Emma Stone, de vestido Gucci, cabelos soltos e chapéu de couro, fotografada por Craig McDean. Embora a capa chame a “Primavera na Cidade”, o resultado da foto não ficou com muito mais cara de outono? O recheio está na galeria:

Da Vogue para a W, a publicação convidou Sofia Coppola para editar uma edição especial revista, a “Sofia Coppola Edition”. E como não poderia deixar de ser em se tratando de Sofia, a atriz escalada para estampar a capa foi Kirsten Dunst – que já protagonizou dois filmes da diretora, “Virgens Suicidas”e “Maria Antonieta”. Kirsten foi fotografada por Juergen Teller.

kirsten-dunst

Confira o ensaio completo abaixo:

E fechando nossa coletânea de atrizes em capas de revistas, o Wall Street Journal escolheu Julia Roberts, linda, natural e casual, para sua Wall Street Journal Magazine.

julia-roberts

As fotos são de Josh Olins e mostram que o tempo só faz bem para a atriz:

Fotos: Fashionspot

Trio de gatas

Cinema x mulheres

mulheres-ao-ataque

Com a aproximação da estreia de sua nova comédia, “Mulheres ao Ataque“, nos cinemas (23/04 nos EUA e 08/05 no Brasil), Cameron Diaz falou sobre a irmandade feminina ao jornal Telegraph. Este é o principal tema do filme, que conta a história de uma advogada (sua personagem), cujo namorado se dividia entre a esposa e uma amante. As  três mulheres se conhecem, ficam amigas, firmaram a aliança e resolvem se vingar. Já ficou querendo saber mais? Bom, pra conhecer o final da história, será preciso assistir ao filme.
Mas o que interessa mesmo é que no longa, assim como na vida real, Cameron tem 41 anos, e é linda de fazer inveja até em Kate Upton, que inclusive fez sua estreia cinematográfica nesta produção e revelou dia desses que ali encontrou seu ideal de beleza: Cameron!
Depois de confessar que a idade foi a melhor coisa que já lhe aconteceu, Cameron voltou a falar do tema do filme, dizendo que “o mais maravilhoso sobre a amizade entre mulheres é que elas sempre cuidam uma da outra. A gente troca jantares em casa, fica junto sem fazer nada, assiste filmes…”. Sendo assim, acho que podemos esperar uma trama feminista em “Mulheres ao ataque“.
Do outro lado temos Heather Graham, que esteve no último Festival de Filmes de Tribeca e admitiu à Revista Esquire que considera a indústria cinematográfica “totalmente sexista“. Aos 44, Heather participou de longas nos quais foi relacionada a uma mulher/ objeto: “Boogie Nights” e “Se beber não case“, só pra citar alguns. Dá até pra colocar nessa lista o “Austin Powers“, filme besteirol que de inocente não tem nada!

Heather-Graham

Ela disse: “A indústria (de filmes) é totalmente sexista. Se você olhar os filmes que são produzidos atualmente, 80% deles são sobre homens. Eu não posso fazer muita coisa pra melhorar, pois não só onde trabalho, mas o mundo também é assim. Tive muita sorte como atriz, por ter trabalhado tanto quanto trabalhei em papéis tão consistentes”.
No mesmo evento esteve Lake Bell, atriz que se revelou uma das novas promessas como diretora, coisa que ainda impressiona jornalistas do ramo, pois se sentem intimidados ao ver garotas bonitas atrás das câmeras. Pode soar até um certo preconceito vindo de Lake, que confessou muitas vezes pensar consigo mesma: “Puxa, eu sou uma diretora mulher”. Até aí o pensamento sobre uma conquista pessoal não precisa soar preconceituoso, mas ao contar que quando um jornalista se disse surpreso por ela ser uma diretora de verdade, sua resposta seguida de uma gargalhada foi: “Muito bom para uma garota, não acha?”. Isso obviamente deixou o tal cara sem jeito… Vale mencionar que ela apareceu vestindo apenas uma meia-calça preta na capa da Esquire deste mês!

Lake-Bell

Pensando em diretoras mulheres, muitas jovens atrizes alimentam o desejo de vencer esse sexismo por trás das câmeras e Dakota Fanning é uma delas. A atriz contou ao jornal The Independent sobre as descobertas desta profissão: “No semestre passado eu fiz um estudo sobre diretoras mulheres e quais filmes quebraram o estereótipo feminino, ou quais deles assumem essa importância. A única coisa que encontrei neles é que é muito raro encontrar uma personagem feminina que não esteja de alguma forma relacionada com um homem, e esse assunto me deixou muito interessada”.
Entre mulheres que assumem a indústria sexista, filmes recém lançados com a intenção de captar o público feminino com a falsa mensagem de uma trama a favor das mulheres e suas mentes visionárias, até agora a irmandade feminina sempre envolveu algum relacionamento com homens.

Fotos: US magazine e frame.

É no cinema que as fantasias se realizam!

Neil who?

nph

Sabe quando um ator se aprofunda tanto em um papel que acaba virando o próprio personagem e, ao menos quando está em ação, não consegue separar a realidade da ficção? Neil Patrick Harris parece ser desses (alguém tinha dúvida?).
Durante uma apresentação de Hedwig and the Angry Inch, na Broadway, no qual o ator interpreta Hedwig, uma mulher da plateia gritou “eu te amo, Neil”. Sabe o que ele respondeu? “I’m doing something here, motherfucker!” (algo como, “eu estou ocupado aqui, filha da p*”).
Bem, pelo menos foi o que saiu em todos os jornais, mas segundo um esclarecimento da assessoria de imprensa do Harris, esta não foi a frase completa e, além do mais, a resposta partiu de Hedwig, não de Harris. “Quando a fã gritou que o amava, ele respondeu, ‘quem é Neil? Eu não sou Neil’, depois olhou para Yitzhak (interpretado por Lena Hall) e disse, ‘você é Neil? É melhor você não ser Neil’ e ,então, completou com a frase que os veículos divulgaram”. As palavras são do porta-voz do gato, que garantiu também que a plateia foi ao delírio graças à cena (real!) e o momento iluminou todo o espetáculo.
Neil Patrick Harris confirmou a história, meio ressentido, postando em sua conta do Twitter. “Parece que meus improvisos em Hedwig estão virando notícia, mas poderiam ao menos noticiar todo o contexto”, escreveu.

Foto: NY Daily News

100% profissional

Cuca fresca

Em meio a tantos cabelos curtinhos, daqueles que o pessoal chama de “requinho“, o homem-aranha Andrew Garfield se destacava pela vasta cabeleira. Porém a juba, sempre com muito gel, ficou no passado para o ator, que apareceu ontem em um evento de promoção de “O Incrível Homem-Aranha 2″ ao lado da namorada Emma Stone de cabeça raspada. Garfield já havia dito no passado que depois de uma maratona de tapetes vermelhos, o que ele mais quer fazer é se jogar num bom pijama e ficar careca. Taí, uma das partes ele já conseguiu.
Outro que respira aliviado após uma passada no cabeleireiro é Daniel Radcliffe: o ex-bruxo Harry Potter, que já tinha reclamado do visual de ermitão que ostentou há pouco tempo por conta de um papel, apareceu na pré-estreia de sua nova peça na Broadway de corte novo, raspado dos lados e um pouco mais comprido em cima.

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Fotos: Getty Images

Prontos pro verão

Dior e eu

Dior

Há poucos meses te contamos sobre o lançamento de um documentário que iria retratar o começo de trajetória de Raf Simons dentro da Dior. “Dior and I” programado para estrear no Festival de Filmes de Tribeca finalmente ganhou um trailer, no qual podemos petiscar os bastidores do primeiro desfile assinado pelo estilista e justamente o mais desafiador, o de alta costura. Como sabemos, o prazo para Raf Simons era mais do que corrido, ele produziu uma coleção inteira em apenas oito semanas. Foi literalmente uma corrida contra o tempo, na qual podemos observar a equipe que juntou forças trabalhando dia e noite até a véspera da grande estreia, quando Raf Simons comemorou a nova empreitada com um discurso lindo.

Foto: Buro

O herói da Dior!

Beleza Revenge

Gostar de uma série é legal, porém tem algumas que não despertam apenas um prazer momentâneo e sim um amor febril – que nos faz não só roer as unhas pelo próximo episódio como também querer todos os produtos que o canal lançar! Já vivi um pouco disso com “Lost” e “House”, estou meio louca por “Breaking Bad” e tenho que tomar cuidado com aquele olhar manso da loirinha Emily, de “Revenge”. E não é que a NYX acaba de colocar lenha na fogueira para os amantes da história de vingança impulsionada pela perda do pai com essa caixa de maquiagem inspirada na série?

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Ela conta com dez opções de sombras com nomes que têm total relação com a trama, como “truth”, “intrigue”, “revelations” ou “duplicity”, mais três cores de blush e seis batons. Além disso, dois cartões te ensinam a maquiagem ideal para virar a justiceira Emily Thorne ou a malvada Victoria Grayson!

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Afinal, tem dia que acordamos boas e tem outros que somos vilãs com muito gosto.

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Fotos: NYX, Blushing Noir.

Quer ser Emily ou Victoria?

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