Meus Petiscos

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Ligeirinho

jack-white

Jack White é gente que faz. Enquanto todos nós passamos o feriadão nos empanzinando de ovos de chocolate, sem medo das espinhas e dos quilinhos a mais na balança, o músico seguiu firme e forte em seu posto de Embaixador do Record Store Day, evento que tem como objetivo dar uma movimentada nas vendas das lojas de vinis espalhadas ao redor do mundo. Normalmente, são os lançamentos em edições limitadas que chamam atenção para o Record Store Day, mas desde que Jack White tomou o posto de Embaixador com todo o seu romantismo musical, a data vem ficando mais animada – e não estamos falando só das vendas, que subiram desde que Jack assumiu o cargo. Ano passado, o ex-White Stripes colocou para uso público em sua gravadora, a Third Man Records, a única cabine de gravação de vinil do mundo. Entre os que fizeram fila para registrar seu trabalho em vinil estava Neil Young, lembra?
Esse ano, Jack teve outra iniciativa sensacional: seu objetivo, dessa vez, foi gravar o vinil mais rápido do mundo. E ele conseguiu! Em pouco menos de quatro horas, Jack se apresentou com sua banda na Third Man Records, teve as duas faixas escolhidas para Lado A e Lado B cortadas diretamente em acetato e logo depois as fitas da gravação seguiram para a prensagem na United Record Pressing, que produziu os vinis em 45rpm. Tudo acompanhado por Jack de pertinho, depois de dar mais uma canjinha para a plateia que via a gravação ao vivo – entre a galera estavam Alison Mosshart e Meg White -, tocando hits do White Stripes, de sua carreira solo e do Dead Weather.
Com o tempo de 3h55m21s, Jack bateu o recorde de disco mais rapidamente produzido do mundo, que até então era do suíço Vollgas Kompanie, entrando para o livro Guinness dos recordes. Abaixo você confere o video oficial do feito, mostrando todo o processo e ainda o sonzinho novo de Jack, “Lazaretto“, faixa título de seu próximo álbum. Consegue achar Meg White na plateia?

Para comemorar ainda mais o recorde, White lançou ontem o single de “Lazaretto” em versão oficial de estúdio:

A iniciativa foi genial e incrível, como tudo que vem do Jack sempre é: em uma época de Spotify, mp3 e downloads ilegais, toda uma nova geração perde contato com a forma mais clássica de produção de um disco – que vai além de hits chicletes com data de validade e um clique do mouse. Bravo!

Foto: Facebook Jack White

Amor à música

Efeitos

Katie-Holmes

Elas nem precisam, mas Katie Holmes e Nikki Reed investiram em modelos com alguns truques para afinar ainda mais a silhueta neste Festival de Filmes da Tribeca, em Nova Iorque. Tudo não passa de ilusão de ótica por conta da modelagem da peça somada ao ângulo da fotografia captada no momento em que elas pisaram no evento, que inaugurou nesta segunda-feira.
A bordo de um vestido Zac Posen, Katie Holmes conquistou a cinturinha de pilão no vestido bordô graças às dobraduras em forma de laço na região da barriga. O modelo nem agradou tanto assim, mas este foi um truque e tanto para a atriz, que conseguiu disfarçar também as pernas grossas com a ajuda do comprimento mídi nos moldes da saia lápis. Outro ângulo da atriz mostrou que a barra do vestido ombro a ombro contava ainda com o volume na parte de trás da saia, o que facilita os movimentos da perna enquanto a atriz cruzava o tapete vermelho. Essa ideia pode sugerir novas técnicas para valorizar a forma do corpo feminino.
Ao bater os olhos em Nikki Reed, podemos lembrar dos vestidos da Stella McCartney que Kate Winslet usou e provou que afinam pra valer! Um recorte na lateral da peça em tons escuros e contrastantes deixa a impressão de silhueta mais fininha. A diferença é que o modelo de Kate Winslet acompanha as formas do corpo, enquanto o vestido Rebecca Minkoff usado por Nikki tem as linhas dos recortes retos, alongando o corpo além de afinar.

Nikki-Reed

Fotos: Getty Images.

Afinadinhas

Tatuadas também amam

tatuada

*Para ler ouvindo:

Normalmente eu não sou uma pessoa que fica puta quando começam a fazer perguntas sobre as minhas tatuagens, coisas do tipo “quantas você tem?”, “doeu” e afins. Até porque parece que a partir do momento que você decide ter tatuagens, assina-se um contrato imaginário em que consta a seguinte clausula: deverás ser questionado pelo resto da sua vida sobre suas tatuagens. Acho que as pessoas que não tem tatuagem ficam curiosas (o que nos torna em parte atrações de circo, mas ok né?) e esquecemos disso uma vez que no nosso dia a dia somos cercados por pessoas que não acham nada demais você ter ou não tatuagens (pelo menos é o que acontece comigo). Como de costume, odeio levantar bandeiras pois acho que cada um é o que é e ponto, mas neste feriado tive uma experiência que só depois de contar pra minha amiga que me dei conta do quão bizarra foi.

Quem me conhece sabe que sempre sou abençoada com taxistas maravilhosos (não achei uma palavra que melhor os ilustrasse) e isso acaba me rendendo ótimas histórias que por mais absurdas, são verdadeiras (a Mônica – minha sócia – já presenciou algumas delas). Daí que voltando pra casa neste feriado no taxi com a Mi e o Vinci, os deixei no metrô e o taxista começou (juro por Deus que se eu soubesse o rumo que tomaria este percurso com o taxista jamais teria deixado os dois no metrô, muito menos teria continuado no banco da frente do taxi):

- Nossa quanta tatuagem!
- Sim (respondi com um sorriso tipo ok cala a boca).
- Você é roqueira?
Fiz uma pausa pra tentar achar um gênero musical que me definisse – o que eu já odeio.
- Mas vem cá, quem disse que pra ter tatuagem tem que ser roqueiro? Eu disse.
- Ah, pra ter esta quantidade de tatuagem tem ser roqueiro, né?
- Bom, o Justin Bieber tem um braço fechado e é cantor de musica pop, o David Beckham tem o corpo quase fechado e é jogador de futebol.
- Hummm… Mas vem cá você tem muita tatuagem, deve ser difícil arrumar homem você sendo assim, né?
(Bom, não sei porque eu ainda respondi ele depois disto).
- Olha, eu nunca tive problemas… Aliás, a maioria dos caras que eu já fiquei não eram tatuados, e outra acho que tem gosto pra tudo nesta vida, né? O senhor mesmo deve ser casado acredito eu… (mais…)

Só uma pessoa com a mesma rotina que qualquer outra

Na J. Crew

sophia-webster

Já falamos sobre Sophia Webster aqui no Petiscos e o quanto suas criações são delicadas e com detalhes divertidos que fazem toda a diferença. Além disso, muitos de seus sapatos são fabricados aqui no Brasil. Pena que só se fabrica e volta para a criadora lá na Inglaterra, pois ainda não conseguimos comprar nada em solo nacional. Opa, mas não é que Sophia pegou carona na onda de colaborações e resolveu lançar uma coleção com a J. Crew, que agora entrega aqui?
Essa parceria foi anunciada em setembro de 2013, mas só agora temos as imagens dos pares com estampas de bolinhas, estrelinhas e outras fofuras, que amanhã estarão disponíveis no site – Eba! O único ponto negativo fica para as meninas que não curtem salto, pois não tem sequer um modelinho flat pra contar história.

Fotos: Grazia UK.

Diversão nos pés

Histórica

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A música pode ser sexista, pode ser sampleada, pode ser proibidona, mas que ela é boa, é! O flow é ótimo, a produção (do Pharrell, claro), é muito bem feita, a letra, as batidas e o agudo do Robin Thicke arrasam na pista e grudam na cabeça que só. Claro que estamos falando de “Blurred Lines“.
O single de Thicke, Pharrell e T.I. não é só cheio de polêmicas e um dos mais vendidos de 2013, é também o mais baixado no Reino Unido de todos os tempos! “Blurred Lines” alcançou a marca de 1.5 milhão de downloads desde que foi lançada, quase um ano atrás, em maio, deixando para trás até Adele, Daft Punk e Gotye, com aquela música que todo mundo se lembra muito bem, já que tocava o tempo todo em todos os lugares possíveis. Confira o ranking completo:

1. Robin Thicke, T.I. e Pharrell Williams - Blurred Lines
2. Adele - Someone Like You
3. Maroon 5, e Christina Aguilera - Moves Like Jagger
4. Gotye e Kimbra - Somebody That I Used To Know
5. Black Eyed Peas - I Gotta Feeling
6. Daft Punk e Pharrell Williams - Get Lucky
7. Rihanna e Calvin Harris - We Found Love
8. Avicii - Wake Me Up
9. Pharrell Williams - Happy
10. Kings of Leon - Sex on Fire

Foto: Frame

A galera quer ouvir

Garotas das capas

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Depois de toda a polêmica da edição de abril, com Kim Kardashian, Kanye West e uma hashtag, Anna Wintour pegou leve na capa de maio da Vogue America: a escolhida da vez para estampar a publicação foi Emma Stone, de vestido Gucci, cabelos soltos e chapéu de couro, fotografada por Craig McDean. Embora a capa chame a “Primavera na Cidade”, o resultado da foto não ficou com muito mais cara de outono? O recheio está na galeria:

Da Vogue para a W, a publicação convidou Sofia Coppola para editar uma edição especial revista, a “Sofia Coppola Edition”. E como não poderia deixar de ser em se tratando de Sofia, a atriz escalada para estampar a capa foi Kirsten Dunst – que já protagonizou dois filmes da diretora. Kirsten foi fotografada por Juergen Teller.

kirsten-dunst

O recheio você confere na nossa galeria:

 

E fechando nossa coletânea de atrizes em capas de revistas, o Wall Street Journal escolheu Julia Roberts, linda, natural e casual, para sua Wall Street Journal Magazine.

julia-roberts

As fotos são de Josh Olins e mostram que o tempo só faz bem para a atriz:

Fotos: Fashionspot

Trio de gatas

Cinema x mulheres

mulheres-ao-ataque

Com a aproximação da estreia de sua nova comédia, “Mulheres ao ataque“, nos cinemas (23/04 nos EUA e 08/05 no Brasil), Cameron Diaz falou sobre a irmandade feminina ao Telegraph. Este é o principal tema do filme, que conta a história de uma advogada (sua personagem), cujo namorado se dividia entre a esposa e uma amante. As  três mulheres se conhecem, ficam amigas, firmam a aliança e resolvem se vingar. Já ficou querendo saber mais? Bom, pra conhecer o final da história, será preciso assistir ao filme.
Mas o que interessa mesmo é que no longa, assim como na vida real, Cameron tem 41 anos, e é linda de fazer inveja até em Kate Upton, que inclusive fez sua estreia cinematográfica nesta produção e revelou dia desses que ali encontrou seu ideal de beleza: Cameron Diaz!
Depois de confessar que a idade foi a melhor coisa que já lhe aconteceu, Cameron voltou a falar do tema do filme, dizendo que “o mais maravilhoso sobre a amizade entre mulheres é que elas sempre cuidam uma da outra. A gente troca jantares em casa, fica junto sem fazer nada, assiste filmes…” Sendo assim, podemos esperar uma trama feminista em “Mulheres ao ataque“?
Do outro lado temos Heather Graham, que esteve no último Festival de Filmes de Tribeca e admitiu à revista Esquire que considera a indústria cinematográfica “totalmente sexista“. Aos 44 anos de idade, Heather participou de filmes nos quais foi relacionada a uma mulher/ objeto, e podemos citar entre eles “Boogie Nights“, “Se beber não case” e dá até pra colocar nessa lista o “Austin Powers“, filme besteirol que de inocente não tem nada!

Heather-Graham

Ela disse: “A indústria (de filmes) é totalmente sexista. Se você olhar os filmes que são produzidos atualmente, 80% deles são sobre homens. Eu não posso fazer muita coisa pra melhorar, pois este é um mundo sexista e a indústria é sexista. Tive muita sorte como atriz, por ter trabalhado tanto quanto trabalhei em papéis tão consistentes”.
No mesmo evento esteve Lake Bell, atriz que se revelou uma das novas promessas na direção de filmes, coisa que ainda impressiona jornalistas do ramo, que ainda se sentem intimidados ao ver garotas bonitas atrás das câmeras. Pode soar até um certo preconceito vindo da própria diretora, que confessou muitas vezes pensar consigo mesma: “puxa, eu sou uma diretora mulher”. Até aí o pensamento sobre uma conquista pessoal não precisa soar preconceituoso, mas ao contar que quando um jornalista se disse surpreso por ela ser uma diretora de verdade, sua resposta seguida de uma gargalhada foi: “Muito bom para uma garota, não acha?”. Isso obviamente deixou o tal jornalista sem jeito… Vale mencionar que ela apareceu vestindo apenas uma meia-calça preta na capa da Esquire deste mês!

Lake-Bell

Pensando em diretoras mulheres, muitas jovens atrizes alimentam o desejo de vencer esse sexismo por trás das câmeras. Dakota Fanning é uma delas. A atriz contou ao jornal “The Independent” sobre as descobertas desta profissão: “No semestre passado eu fiz um estudo sobre diretoras mulheres e quais filmes quebraram o estereótipo da mulher, ou quais deles assumem essa importância. A única coisa que encontrei neles é que é muito raro encontrar uma personagem feminina que não esteja de alguma forma relacionada com um homem, e esse assunto me deixou muito interessada”.
Relacionando tudo isso, entre mulheres que assumem a indústria sexista, filmes recém lançados com a intenção de captar o público feminino com a falsa mensagem de uma trama a favor das mulheres, e mentes visionárias femininas, até agora a irmandade feminina sempre envolveu algum relacionamento com homens.

Fotos: US magazine e frame.

É no cinema que as fantasias se realizam!

Neil who?

nph

Sabe quando um ator se aprofunda tanto em um papel que acaba virando o próprio personagem e, ao menos quando está em ação, não consegue separar a realidade da ficção? Neil Patrick Harris parece ser desses (alguém tinha dúvida?).
Durante uma apresentação de Hedwig and the Angry Inch, na Broadway, no qual o ator interpreta Hedwig, uma mulher da plateia gritou “eu te amo, Neil”, ao que ele respondeu, “I’m doing something here, motherfucker!” (algo como, “eu estou ocupado aqui, filha da p*”).
Bem, pelo menos foi o que saiu em todos os jornais, mas segundo um esclarecimento da assessoria de imprensa do Harris, esta não foi a frase completa e, além do mais, a resposta partiu de Hedwig, não de Harris. “Quando a fã gritou que o amava, ele respondeu, ‘quem é Neil? Eu não sou Neil’, depois olhou para Yitzhak (interpretado por Lena Hall) e disse, ‘você é Neil? É melhor você não ser Neil’ e então completou com a frase que os veículos divulgaram”, disse o porta-voz, que garantiu também que a plateia foi ao delírio e o momento iluminou todo o espetáculo.
Neil Patrick Harris confirmou a história, postando em sua conta do Twitter. “Parece que meus improvisos em Hedwig estão virando notícia, mas poderiam ao menos noticiar todo o contexto”, escreveu.

Foto: NY Daily News

100% profissional

Cuca fresca

Em meio a tantos cabelos curtinhos, daqueles que o pessoal chama de “requinho“, o homem-aranha Andrew Garfield se destacava pela vasta cabeleira. Porém a juba, sempre com muito gel, ficou no passado para o ator, que apareceu ontem em um evento de promoção de “O Incrível Homem-Aranha 2″ ao lado da namorada Emma Stone de cabeça raspada. Garfield já havia dito no passado que depois de uma maratona de tapetes vermelhos, o que ele mais quer fazer é se jogar num bom pijama e ficar careca. Taí, uma das partes ele já conseguiu.
Outro que respira aliviado após uma passada no cabeleireiro é Daniel Radcliffe: o ex-bruxo Harry Potter, que já tinha reclamado do visual de ermitão que ostentou há pouco tempo por conta de um papel, apareceu na pré-estreia de sua nova peça na Broadway de corte novo, raspado dos lados e um pouco mais comprido em cima.

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Fotos: Getty Images

Prontos pro verão

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